Quando eu era adolescente e comecei a entender as pregações nos cultos, havia pouca contextualização. O que isso significa? Pelo menos na igreja que passei a maior parte da minha vida, as pregações eram a compilação de alguns versículos com temas parecidos, uma pequena análise histórica daqueles textos e só. Não havia um aprofundamento nas questões que os versículos traziam.
A análise dos versículos não passava de superficialidades e ao contexto histórico em que o versículo estava inserido. Faltava uma aplicação prática à vida de cada crente. Não havia sequer a utilização de algum comentário, ou outro livro qualquer que pudesse ajudar o pregador a compreender melhor aquele texto. A literatura cristã ainda era muito incipente e a maioria dos livros era de testemunhos. Não havia à disposição livros doutrinários e expositivos.
Com o passar do tempo começaram a ser traduzidos livros expositivos, livros de sermões e livros que traziam uma análise mais aprofundada dos grandes temas da fé. E as pregações ganharam em qualidade. E muito. Havia mais riqueza, mais contextualização. A Bíblia "fazia mais sentido", porque, agora, eu percebia no meu dia a dia onde aplicá-la. Passei a aprender a entender a minha vida à luz da Bíblia. E o conhecimento nessa época explodiu nas igrejas. Eu perdia a conta de estudos bíblicos, livros e mais livros que usávamos na Escola Dominical. Foi uma época de muitos encontros e congressos, cheios de gente que queria estudar a Bíblia, conhecê-la e vivê-la.
Infelizmente hoje tem ocorrido uma situação estranha. Tenho visto vários livros publicados, de autores renomados no meio evangélico que têm se inspirado em outros autores que, há vinte anos atrás não apareciam na literatura evangélica. A fonte inspiradora desses autores evangélicos vai desde monges e freiras católicos até pensadores liberais dos seminários teológicos. E o que percebo é que pregadores de diferentes origens têm tido as mesma influências. Pentecostais, neo-pentecostais, batistas, evangélicos independentes, metodistas, presbiterianos têm usado autores e autoras católicos com muita desenvoltura.
E junto com esses católicos, os teólogos liberais estão sendo muito citados. Ainda que hajam diferenças entre os católicos, liberais e evangélicos, vejos esses últimos andando com os primeiros sem sentir nenhuma diferença. Apenas como exemplo vou usar Bultmann, um dos expoentes do liberalismo teológico e muito citado pelos pregadores. Para Bultmann a única informação histórica do Credo Apostólico é "[Jesus]padeceu sob Pôncio Pilatos." As outras declarações do Credo são invenções dos primeiros cristãos. Ora, como um autor desses pode ser usado como parâmetro nas pregações dos púlpitos evangélicos? A até autores, grandemente citados pelos pregadores atuais que consideram o Batismo e a Ceia dispensáveis!!! É incrível isso.
Diante disso, termino com algumas perguntas: onde vamos parar?, será mesmo que as nossas diferenças podem ser deixadas de lado?, será mesmo que a teologia evangélica não tem produzido conteúdo de qualidade?
Reflexões sobre música, ciência e teologia por um biólogo-teólogo-músico. Pelo menos da Biologia tenho o diploma.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Toma lá da cá
Ontem passei a trade com dois amigos na Galeria do Rock, em São Paulo. Em uma das lojas, um amigo puxou assunto sobre Jesus Cristo. Entre tantas bobagens que o vendedor disse, uma delas foi: "Jesus nunca existiu. Ele nunca deixou nada escrito!"
Aí, eu respondi: "Pedro Álvares Cabral também não existiu porque ele também nunca escreveu nada!"
Aí, eu respondi: "Pedro Álvares Cabral também não existiu porque ele também nunca escreveu nada!"
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Como se encher do Espírito deDeus
“E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito,” Efésios 5:18
Segundo o Dr Martin Lloyd-Jones, a expressão “enchei-vos” tem a noção de estar encharcado, igual a uma esponja.[1] Quando colocamos uma esponja em contato com a água, ela fica de tal modo cheia de água que não é preciso, se quer, apertá-la para a água sair. A ideia do apóstolo é que a completude do nosso ser seja preenchida pelo Espírito de Deus.
Paulo se utiliza de uma comparação muito interessante entre a vida controlada pelo pecado e a vida controlada pelo Espírito de Deus. O álcool tem um efeito depressor no cérebro. Isso significa que sua ação faz o sistema nervoso trabalhar de modo mais lento, mais letárgico. Diversas áreas do cérebro são afetadas pelo álcool, por exemplo, aquelas responsáveis pelo movimento, memória, julgamento, respiração, etc. “Em pequenas doses, a substância tem um efeito estimulante. A pessoa fica eufórica e, geralmente, menos inibida”, afirma Denise De Michelis, psicobióloga da Unifesp. Quando a bebida alcança o lobo frontal, surge a sensação de alegria. O sujeito fica mais falante, ainda sem prejuízo do raciocínio. Ao atingir os lobos parietal e temporal, começam os problemas. O sujeito pode cometer um desatino, como cruzar um sinal vermelho.
Esse é o problema: os efeitos imediatos do álcool são a alteração do comportamento de tal maneira que a pessoa passa a não se controlar mais; perde-se a noção do certo e do errado e a pessoa torna-se “corajosa” para tomar certas atitudes que não tomaria em sã consciência. Essas atitudes podem ser desde a pessoa falar coisas que não falaria em outras circunstâncias, até tirar a vida de outra pessoa. Em reportagem, o jornal O Globo relatou que a violência em São Paulo está diretamente relacionada com o uso de bebidas alcoólicas e o porte de arma de fogo. Nada menos do que 40% das vítimas de homicídio doloso têm álcool no sangue e a criminalidade aumenta à noite e nos fins de semana.[2] É bem capaz que o apóstolo Paulo tivesse conhecimento de vários fatos provocados pelo abuso do álcool.
É muito interessante essa comparação, pois a pessoa bêbada não tem controle sobre seu corpo: não é possível andar em linha reta, articular os pensamentos, falar de modo inteligível e, mais terrível ainda, a pessoa bêbada não é capaz de medir as consequências dos seus próprios atos e, simplesmente, age de modo inconsciente. O segundo aspecto dessa comparação é que o abuso do álcool traz contenda. Essa palavra significa disputa, briga, discórdia, luta. Porém, no original grego, a palavra tem a ideia de desperdício e devassidão. É a mesma palavra utilizada por Jesus para descrever o modo de vida que o filho pródigo teve longe da presença de seu pai – luxúria, libertinagem, vida desenfreada, dissolução, lascívia.
Resumindo, o apóstolo Paulo está comparando um estilo de vida controlado pela devassidão, pela discórdia, pelas disputas com um estilo de vida que é controlado pelo Espírito Santo. E, depois de estabelecer essa comparação, o apóstolo passa a explicar como podemos nos encher do Espírito. Nos versículos 19 a 21, vemos que a maneira de nos enchermos do Espírito Santo é vivermos comunitariamente. Ninguém se enche do Espírito Santo sozinho, isolado, separado da comunidade de Jesus.
Encher-se do Espírito é uma experiência comunitária de relacionamento, de doação, de serviço mútuo, de ensino e aprendizagem “uns com os outros”. Em Atos, Lucas descreve que “Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum (...) perseverando unânimes todos os dias no templo (...) louvando a Deus e caindo na graça de todo o povo e perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações” (Atos 2:42-47).
E Lucas, como médico que era, via os benefícios que essa comunhão provocava na vida das pessoas. No versículo 46, ele relata que o coração estava cheio de “alegria e singeleza”. Na Bíblia, o coração é mais do que um órgão. Ele é tratado como a sede do intelecto (Gênesis 6:5), dos sentimentos (1 Samuel 1:8) e da vontade (Salmo 119:2). A vida comunitária abençoa a vida em todas as suas dimensões. O intelecto trata da nossa sanidade mental, do discernimento das nossas ações e decisões que temos de tomar. A comunhão dos santos pode nos prevenir de sentimentos de ira, raiva, rancor, tristeza. Além disso, quando nossa vida está pautada na comunhão “uns com os outros”, eu tenho com quem me aconselhar, com quem dividir meus pensamentos e nunca estarei só.
Mas voltando para a comunhão entre os irmãos, o salmista também reconheceu algo muito importante: é na comunhão dos santos que o Senhor ordena a Sua bênção (Salmo 133:3). Não pode haver afirmação mais clara. Por que muitas vezes deixamos de ter a bênção de Deus? É porque estamos afastados da comunhão uns dos outros. E as bênçãos que deixamos de desfrutar são matérias e espirituais. Lucas relata que na Igreja Primitiva, os irmãos eram assistidos nas suas necessidades (Atos 2:45) e, além disso, a comunhão nos enche de bênçãos espirituais:
· o Senhor garante a Sua presença (Mal. 3:16; Mateus 18:20);
· oração em favor mútuo (2 Cor. 1:11; Efésios 6:18);
· exortação (Col. 3:16; Hebreus 10:25);
· consolo e edificação (1 Tess. 4:18; 5:11);
· simpatia e bondade mútuas (Romanos 12:15; Efésios 4:32)
Queridos irmãos, é tempo de nos encher da presença do Espírito Santo de Deus. É tempo de buscarmos a Deus enquanto podemos achá-lo (Isaías 55:6). O profeta adverte para o fato de Deus estar perto. Mas Deus está perto como? Onde? Ele está perto porque está representado na vida dos nossos irmãos. A nossa vida e comunhão deve espelhar o ser de Deus, a Sua essência, as Suas características.
A nossa vida tem que estar tão cheia de Jesus que não precisamos fazer força a vida dEle se manifestar em nós. Igual a uma esponja encharcada que transborda de água sem esforço algum. Como Paulo nos ensina em Gálatas 2:20, a vida que temos agora é a própria vida de Cristo em nós. E ainda mais: uma esponja transborda de água em qualquer parte dela. Isso deve nos fazer refletir para o fato que em qualquer área da nossa vida temos que transbordar da vida do Espírito de Deus. Seja no trabalho, na família, no casamento, nos relacionamentos dos mais diversos níveis, temos que ser reconhecidos como filhos de luz (Efésios 5:8).
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Vivendo e aprendendo - sempre!!!
Aprendi errado durante toda minha pequena vida. O que me ensinaram - fé não tem nada a ver com razão - não está certo. O que aprendi, na verdade, não é fé. É fideísmo.
Fideísmo
Rubrica: religião.
doutrina teológica que, desprezando a razão, preconiza a existência de verdades absolutas fundamentadas na revelação e na fé
Fonte: Dicionário Houaiss
Quando a Bíblia convoca as pessoas a "arrazoar" com Deus, não é, em absoluto, figura de linguagem.
Fideísmo
Rubrica: religião.
doutrina teológica que, desprezando a razão, preconiza a existência de verdades absolutas fundamentadas na revelação e na fé
Fonte: Dicionário Houaiss
Quando a Bíblia convoca as pessoas a "arrazoar" com Deus, não é, em absoluto, figura de linguagem.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Só para pensar
Há mais de dois anos atrás publiquei nesse blog, um texto para reflexão. Agora, motivado pelos últimos acontecidos com o Mackenzie, publico de novo esse texto para incentivar a reflexão. Como daquele tempo até hoje, muita coisa aconteceu, fiz alguns acréscimos ao texto original.
Se eu não concordo com a maneira de governar do prefeito da minha cidade, posso manifestar minha opinião? Posso dizer que não aprecio a maneira dele administrar a cidade?
Se eu não concordo com a política da expresa onde trabalho, posso expressar minha opinião?
Se eu não concordo com o síndico do meu prédio, posso manifestar esse meu pensamento? Posso conversar com os moradores do meu condomínio para escolhermos outra pessoa no lugar dele?
Se eu não concordo com a maneira da professora do meu filho ensinar, posso falar isso pra ela? Posso questionar a metodologia que ela utiliza?
Se eu não concordo com a maneira do presidente da República governar, posso deixar isso claro para ele saber? Posso dizer para ele que não concordo com o modo dele agir na Presidência?
Se eu não concordo com a prática do banditismo, posso me manifestar para que os bandidos sejam todos presos?
Se eu não concordo com o uso e o tráfico de drogas, posso deixar isso claro para meus filhos não andarem com gente que defende isso? Posso alertá-los que, se eles andarem com essas pessoas, eles poderão ser influenciados negativamente pelos traficantes?
Se eu não gosto de falar e ouvir palavrões das pessoas, posso falar que essa é uma prática feia e deselegante? Posso estimular as pessoas que convivem comigo a que não falem essas palavras?
Se eu não concordo com as pessoas que jogam lixo na rua, posso falar que essa é uma prática errada pelos problemas que isso causa?
Se eu não concordo com o abuso dos animais, posso me manifestar contra as pessoas que praticam essas coisas?
Se eu não gosto da música que está tocando no carro ao meu lado, posso fechar as janelas do meu carro para não ser importunado? Posso pedir para essa pessoa abaixar o volume?
Se eu não gosto de literatura esotérica, poesia, prosa, biografias ou qualquer outro tipo, posso aconselhar as pessoas a não comprarem esses tipos de livros?
Se eu não concordo com a escravidão dos trabalhadores, posso me manifestar em defesa do trabalho honesto?
Se eu não concordo com a prostituição, posso me manifestar contra essa prática? Posso incentivar milha filha a que não se torne uma prostituta? Posso ensinar que a Bíblia não concorda com essa prática e a condena?
Se eu gosto de rock, posso dizer que axé, pagode, samba, forró, MPB são músicas chatas? Posso incentivar meus filhos a escutarem rock em vez de outros estilos musicais?
Se não concordo com a prática do sexo antes ou fora do casamento, posso me manifestar contrário a essas práticas? Posso ensinar isso aos meus filhos?
Se eu não gosto da metodologia de ensino da escola do meu filho, posso retirá-lo desse colégio e colocá-lo em um colégio que julgar bom o suficiente?
Se eu não aprovo o lesbianismo, posso ensinar milha filha a que se comporte de outra maneira? Posso ensnar minha filha que goste apenas de homens e queira se casar com deles?
Se eu não aprovo a prática do homessexualismo masculino, posso ensinar meu filho a que goste de mulheres, que dseje se casar com uma mulher?
Posso ter o direito de dizer que não sou homossexual, que não concordo com esse modo de vida?
Posso dizer que não concordo com a prostituição, com o homossexualismo por que, segundo eu entendo, a Bíblia é contrária a essa posição?
Posso realizar uma passeata, com quem pensa igual a mim, a favor do heterossexualismo na Avenida Paulista?
Se eu não concordo com a maneira de governar do prefeito da minha cidade, posso manifestar minha opinião? Posso dizer que não aprecio a maneira dele administrar a cidade?
Se eu não concordo com a política da expresa onde trabalho, posso expressar minha opinião?
Se eu não concordo com o síndico do meu prédio, posso manifestar esse meu pensamento? Posso conversar com os moradores do meu condomínio para escolhermos outra pessoa no lugar dele?
Se eu não concordo com a maneira da professora do meu filho ensinar, posso falar isso pra ela? Posso questionar a metodologia que ela utiliza?
Se eu não concordo com a maneira do presidente da República governar, posso deixar isso claro para ele saber? Posso dizer para ele que não concordo com o modo dele agir na Presidência?
Se eu não concordo com a prática do banditismo, posso me manifestar para que os bandidos sejam todos presos?
Se eu não concordo com o uso e o tráfico de drogas, posso deixar isso claro para meus filhos não andarem com gente que defende isso? Posso alertá-los que, se eles andarem com essas pessoas, eles poderão ser influenciados negativamente pelos traficantes?
Se eu não gosto de falar e ouvir palavrões das pessoas, posso falar que essa é uma prática feia e deselegante? Posso estimular as pessoas que convivem comigo a que não falem essas palavras?
Se eu não concordo com as pessoas que jogam lixo na rua, posso falar que essa é uma prática errada pelos problemas que isso causa?
Se eu não concordo com o abuso dos animais, posso me manifestar contra as pessoas que praticam essas coisas?
Se eu não gosto da música que está tocando no carro ao meu lado, posso fechar as janelas do meu carro para não ser importunado? Posso pedir para essa pessoa abaixar o volume?
Se eu não gosto de literatura esotérica, poesia, prosa, biografias ou qualquer outro tipo, posso aconselhar as pessoas a não comprarem esses tipos de livros?
Se eu não concordo com a escravidão dos trabalhadores, posso me manifestar em defesa do trabalho honesto?
Se eu não concordo com a prostituição, posso me manifestar contra essa prática? Posso incentivar milha filha a que não se torne uma prostituta? Posso ensinar que a Bíblia não concorda com essa prática e a condena?
Se eu gosto de rock, posso dizer que axé, pagode, samba, forró, MPB são músicas chatas? Posso incentivar meus filhos a escutarem rock em vez de outros estilos musicais?
Se não concordo com a prática do sexo antes ou fora do casamento, posso me manifestar contrário a essas práticas? Posso ensinar isso aos meus filhos?
Se eu não gosto da metodologia de ensino da escola do meu filho, posso retirá-lo desse colégio e colocá-lo em um colégio que julgar bom o suficiente?
Se eu não aprovo o lesbianismo, posso ensinar milha filha a que se comporte de outra maneira? Posso ensnar minha filha que goste apenas de homens e queira se casar com deles?
Se eu não aprovo a prática do homessexualismo masculino, posso ensinar meu filho a que goste de mulheres, que dseje se casar com uma mulher?
Posso ter o direito de dizer que não sou homossexual, que não concordo com esse modo de vida?
Posso dizer que não concordo com a prostituição, com o homossexualismo por que, segundo eu entendo, a Bíblia é contrária a essa posição?
Posso realizar uma passeata, com quem pensa igual a mim, a favor do heterossexualismo na Avenida Paulista?
domingo, 7 de novembro de 2010
Equipes de Treinamento - VPC
Você conhece
Eu todo tempo eu, louvarei ao Senhor
Sempre estará nos meus o Seu louvor...
ou
Sinceramente eu preciso encontrar...
ou
Tudo ou nada, pega ou larga de vez
ou ainda
Nas estrelas vejo a Sua mão
E no vento ouço a Sua voz...
Gostaria de lhe fazer um convite: em 2011, a Missão Vencedores por Cristo, vai voltar com as Equipes de Treinamento. E você pode fazer parte dessa mais nova equipe.
Gente como Nelson Bomilcar, Guilherme Kerr, Jorge Camargo, João Alexandre e muitos outros passaram por essa experiência. Vida cristã, crescimento espiritual, ministério integral, evangelismo pessoal louvor e adoração fazem parte do histórico dessas equipes de treinamento.
Se você se identifica com o ministério Vencedores por Cristo, quer crescer espiritualmente e quer se dedicar ainda mais ao reino de Deus, basta entrar aqui e enviar sua solicitação. Em pouco tempo entraremos em contato para nos conhecermos melhor e para as primeiras entrevistas.
Até mais, Marcos.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Sufoco....
O que você sente ao ver essa foto?
Talvez você entenda o que estou sentindo!!! Como eu quero entrar de férias!!!!!
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Quem fala demais, fala o que não precisa!
Sinceramente eu não entendo o que o Silas Malafaia fala.
Primeiro ele declarou que votaria na Marina. Depois mudou de idéia. Até aí não vejo muitos problemas. Nós não somos Deus que é imutável. Mas a justificativa que ele deu foi forçada. Ele mudou de idéia porque a Marina não foi firme o suficiente, na sua concepção, quando se declarou sobre o aborto e homossexualismo.
Passado o primeiro turno, Serra também disse ser a favor da união estável de homossexuais, mas que casamento é assunto da igreja. Isso basta para que Selas malafaia não mude seu voto.
No primeiro parágrafo eu escrevi que podemos mudar de idéia por que não somos Deus. Contudo, nosso objetivo é tentar pensar e agir de acordo com a palavra de Deus. Vejamos:
1. A Bíblia condena a idolatria. Mas nem Dilma e nem Serra são contrários à extinção do feriado de 12 de outubro, dia da padroeira do Brasil.
2. A Bíblia condena o sexo descompromissado e fora do casamento. Mas nem Dilma e nem Serra são contrários à distribuição de preservativos durante o período do carnaval, bem como não são contra nem ao próprio carnaval.
Esses são dois exemplos que nos devem fazer pensar em como os líderes evangélicos do Brasil estão conduzindo essa situação. O povo de Israel foi governado por reis corruptos e outros tementes a Deus. O que mudava de substancial na vida do povo?
é uma penas que o Silas Malafaia tenha entrado nessa discussão. Agora não dá mais para sair. Antes ele ficasse quieto apenas discutindo as questões éticas da eleição sob o olhar da Bíblia. minha impressão é que muitas vezes ele perde a oportunidade de ficar quieto e fala demais; fala bobegens demais.
Primeiro ele declarou que votaria na Marina. Depois mudou de idéia. Até aí não vejo muitos problemas. Nós não somos Deus que é imutável. Mas a justificativa que ele deu foi forçada. Ele mudou de idéia porque a Marina não foi firme o suficiente, na sua concepção, quando se declarou sobre o aborto e homossexualismo.
Passado o primeiro turno, Serra também disse ser a favor da união estável de homossexuais, mas que casamento é assunto da igreja. Isso basta para que Selas malafaia não mude seu voto.
No primeiro parágrafo eu escrevi que podemos mudar de idéia por que não somos Deus. Contudo, nosso objetivo é tentar pensar e agir de acordo com a palavra de Deus. Vejamos:
1. A Bíblia condena a idolatria. Mas nem Dilma e nem Serra são contrários à extinção do feriado de 12 de outubro, dia da padroeira do Brasil.
2. A Bíblia condena o sexo descompromissado e fora do casamento. Mas nem Dilma e nem Serra são contrários à distribuição de preservativos durante o período do carnaval, bem como não são contra nem ao próprio carnaval.
Esses são dois exemplos que nos devem fazer pensar em como os líderes evangélicos do Brasil estão conduzindo essa situação. O povo de Israel foi governado por reis corruptos e outros tementes a Deus. O que mudava de substancial na vida do povo?
é uma penas que o Silas Malafaia tenha entrado nessa discussão. Agora não dá mais para sair. Antes ele ficasse quieto apenas discutindo as questões éticas da eleição sob o olhar da Bíblia. minha impressão é que muitas vezes ele perde a oportunidade de ficar quieto e fala demais; fala bobegens demais.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Minha tristeza e parte da minha revolta!!!
Agora posso me expressar. Estou triste. Muito triste e decepcionado. Mais uma vez, o povo brasileiro, nesse caso, o de São Paulo fez outra burrada. Ao eleger o Tiririca deputado federal, os eleitores de São Paulo demonstram que são iguais à maioria do políticos atuais do Brasil. Já não é de hoje que os políticos brasileiros, em tese, não se mostram envolvidos e interessados pelas causas sociais. E agora, temos mais um assim.
Que é legítima a candidatura de qualquer brasileiro, maior de 18 anos aos cargos políticos é um fato. Um triste fato. Qualquer um pode se candidatar a qualquer cargo eletivo. Não precisa ter preparo político, não precisa conhecer as leis principais, não precisa ter estado envolvido com as causas sociais durante a vida, não precisa ter a simpatia do povo para o cargo pretendido. Não precisa de nada disso. Basta ser brasileiro e maior de idade. O próprio Tiririca afirmou que era a esposa dele que lia as coisas para ele. Além disso, tem o fato de, assumido por ele mesmo, ele não saber qual é a função de um deputado federal. Isso me força a reconhecer que quase 1.400.000 eleitores de São Paulo também não sabem o que faz um deputado federal. Ora, o que vai fazer uma pessoa semi analfabeta no Congresso Nacional? É por isso que pior do que está pode sim ficar!
Não sou contra as pessoas semi analfabetas, em absoluto! Já aprendi muito coisa ouvindo pessoas assim. Mas aprendo coisas sobre a vida, sobre relacionamento humano. Como políticas profissionais, essas pessoas não têm gabarito para se posicionarem numa discussão. Como o Tiririca vai interpretar os projetos de lei na Congresso? É absurdo, ridículo, injusto que alguém como ele seja colocado como representante do povo no Congresso. Como eu gosto de perguntas, aqui vão algumas delas:
• O Tom Cavalcante, que trabalha com ele, votou no Tiririca?
• Se ele não sabe ler nem escrever, como a candidatura dele foi aceita?
• Até quando a justiça eleitoral vai perimitir que candidatos sem expressão alguma sejam alavancados por votações expressivas?
• Será que lá em Itapipoca, sua terra natal, ele seria eleito deputado federal?
É lógico que a votação do Tiririca é uma mistura de vários fatores: oportunismo político, revolta e deboche da situação política atual, despreparo dos eleitores e muitos outros fatores que serão levantados pelos cientistas políticos. Mas isso não nos isenta da culpa que temos de permitir que algo assim aconteça. Que Deus tenha misericórdia de nós e da nossa nação.
Que é legítima a candidatura de qualquer brasileiro, maior de 18 anos aos cargos políticos é um fato. Um triste fato. Qualquer um pode se candidatar a qualquer cargo eletivo. Não precisa ter preparo político, não precisa conhecer as leis principais, não precisa ter estado envolvido com as causas sociais durante a vida, não precisa ter a simpatia do povo para o cargo pretendido. Não precisa de nada disso. Basta ser brasileiro e maior de idade. O próprio Tiririca afirmou que era a esposa dele que lia as coisas para ele. Além disso, tem o fato de, assumido por ele mesmo, ele não saber qual é a função de um deputado federal. Isso me força a reconhecer que quase 1.400.000 eleitores de São Paulo também não sabem o que faz um deputado federal. Ora, o que vai fazer uma pessoa semi analfabeta no Congresso Nacional? É por isso que pior do que está pode sim ficar!
Não sou contra as pessoas semi analfabetas, em absoluto! Já aprendi muito coisa ouvindo pessoas assim. Mas aprendo coisas sobre a vida, sobre relacionamento humano. Como políticas profissionais, essas pessoas não têm gabarito para se posicionarem numa discussão. Como o Tiririca vai interpretar os projetos de lei na Congresso? É absurdo, ridículo, injusto que alguém como ele seja colocado como representante do povo no Congresso. Como eu gosto de perguntas, aqui vão algumas delas:
• O Tom Cavalcante, que trabalha com ele, votou no Tiririca?
• Se ele não sabe ler nem escrever, como a candidatura dele foi aceita?
• Até quando a justiça eleitoral vai perimitir que candidatos sem expressão alguma sejam alavancados por votações expressivas?
• Será que lá em Itapipoca, sua terra natal, ele seria eleito deputado federal?
É lógico que a votação do Tiririca é uma mistura de vários fatores: oportunismo político, revolta e deboche da situação política atual, despreparo dos eleitores e muitos outros fatores que serão levantados pelos cientistas políticos. Mas isso não nos isenta da culpa que temos de permitir que algo assim aconteça. Que Deus tenha misericórdia de nós e da nossa nação.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
EDIR MACEDO, CALE A BOCA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
O aborto voltou a ser discutido no arraial evangélico. E voltou por conta das declarações de Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus. Em primeiro lugar, quero dizer que as práticas e as doutrinas ensinadas pela Universal não são bíblicas e, portanto, não posso considerá-la como uma igreja evangélica. Inclusive essa posição foi ratificada na última reunião do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil. É bem verdade que a IPB não é a palavra final nos assuntos do evangelicalismo no Brasil, mas, pelo menos, é a primeira que eu vi se posicionar em relação à seita de Edir Macedo.
Mas voltando à questão do aborto, Edir Macedo afirma ser a favor do aborto em detrimento do ser humano viver em condições precárias. Eis as suas palavras, por volta de 4:35:
“(...) Eu pergunto: o que é melhor, um aborto ou uma criança mendigando, vivendo num lixão? O que é melhor? (...)”
Eu também gostaria de formular algumas perguntas ao Edir Macedo: “Se alguma filha ou neta sua fosse estuprada, você incentivaria o aborto?”, “A Igreja Universal está disposta a pagar o aborto para suas obreiras da mesma forma que paga a vasectomia dos obreiros?”, “Se estiver disposta, vai ser em clínica clandestina ou legalizada?”.
Honestamente eu não sei o que passa pela cabeça desse senhor. Eu tenho a impressão que não houve preparo e reflexão para ele fazer uma afirmação dessas. Como tudo que a liderança da igreja dele inventa, o Edir Macedo presta mais um desserviço para o povo evangélico do Brasil. Já não bastam óleos, sabonetes, rosas e todas as mandingas que eles já criaram; ainda não foi suficiente a má relação que a igreja deles tem com o dinheiro; não é apenas a megalomania dos seus líderes, agora eles têm que defender o aborto.
Até agora não vi nem ouvi ninguém falar em dar assistência à mulher que aborta: assistência espiritual, psicológica e de saúde. Edir Macedo parece que não se preocupou com as milhares de mulheres que morrem todos os anos. Será que ele descobriu algum fato novo na vida de Jesus Cristo incentivando o aborto! Acho pouco provável que esse meu texto chegue ao Edir Macedo, mas de qualquer maneira preciso mandar essa mensagem para ele:
EDIR MACEDO, CALE A BOCA!!! SE VOCÊ NÃO NADA INTELIGENTE OU DE ÚTIL PARA FALAR, MANTENHA-SE CALADO.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Quando Jesus não salvou ninguém!
Estou tendo o prazer, privilégio e responsabilidade de ministrar um curso na Escola Bíblica de Discípulos, na minha igreja local. O curso se chama O Evangelho de Jesus e o Jesus dos Evangelhos. Nesse curso abordamos vários aspectos da vida e ministério de Jesus como o Messias prometido. No nosso encontro de ontem vimos como Marcos apresenta Jesus Cristo. Ao contrário de Mateus, no seu relato, Marcos mostra a todo instante Jesus em ação, indo de cidade em cidade e realizando “sinais e prodígios”.
Mas um fato é marcante no ministério de Jesus: nas cidades de Tiro e de Sidom, Jesus não operou nenhum milagre. Apesar de visitar essas cidades várias vezes, Mateus relata que Jesus não operou nenhum sinal miraculoso nelas (Mateus 11:21). E o que chama ainda mais a nossa atenção é o fato que o próprio Jesus afirma que, se em Tiro e em Sidom fossem feitos os mesmos sinais que ocorreram em Corazim e Betsaida, os habitantes daquelas cidades teriam se arrependido e se vestido de saco e cinzas!
Você percebeu o que não ocorreu? Jesus não fez nenhum sinal nas cidades mesmo sabendo que seus habitantes se arrependeriam! Ora, por que será que Jesus não operou nenhum milagre lá? Será que era por que naquelas cidades não havia nenhum doente? Será que era por que naquelas cidades não havia quem precisasse de salvação? Certamente que não. Jesus conhecia muito bem as necessidades dos habitantes dessas cidades impenitentes. Jesus tinha ciência desse fato e não operou nenhum milagre nessas cidades, simplesmente, porque não quis fazê-lo.
Jesus tinha alguma obrigação de fazer milagres? Os milagres, sinais, prodígios e maravilhas testificavam a Sua obra messiânica, mas Jesus não tinha necessidade dessas obras para ser crido como Messias. Pelo contrário. Quando Tomé exigiu um sinal visível para crer, Jesus lhe adverte dizendo que mais bem-aventurados são aqueles que creram mesmo sem ter visto (João 20:29). Portanto, Jesus não era e não é um “fazedor de milagres”. Ele nunca precisou de milagres para ser crido como Messias. Nem o diabo conseguiu convencê-lO a fazer milagre contra Sua vontade (Mateus 4:1-11).
Será que conseguimos entender que, por não realizar nenhum milagre nas cidades, Jesus limitou o oferecimento da salvação àqueles habitantes? Ora, se eles creriam com os milagres, mas Jesus não os realizou, eles não foram despertos para a salvação como os habitantes de outras cidades. Será que estou exagerando? A Bíblia ensina que a salvação pertence ao Senhor (Jonas 2:9). Já que a salvação pertence ao Senhor, Ele a dá a quem Ele quiser. Será que entendemos isso? Deus tem obrigação de salvar? Não! Ele não tem nenhuma obrigação de nada. Ele tem misericórdia de quem Ele quiser ter. E ponto!
Se a salvação é de Deus, Ele é que tem a prerrogativa de salvar ou não salvar. Na relação com a humanidade, a parte ofendida é Deus. É Ele que precisa oferecer o perdão. É Ele que precisa aceitar o pecador arrependido. É Ele a parte traída. Mas, arrogantes como somos, dizemos que nós é que aceitamos a Jesus como Salvador. Egoístas como somos, dizemos que fomos nós que escolhemos a Jesus. Pecadores que somos, dizemos que fomos salvos porque cremos em Jesus.
Se não tivéssemos recebido de Deus a fé para crermos em Jesus, jamais nos voltaríamos para Ele. Se Ele não nos tivesse amado primeiro, nunca amaríamos a Deus. Se nosso coração não tivesse sido regenerado antes, jamais teríamos escolhido o caminho da salvação. Se não fosse Ele ter operado em nós “tanto o querer com o efetuar” estaríamos ainda na nossa vida de inimizade contra Deus, andando a passos largos em direção ao inferno. Se Deus permitisse que toda a raça humana, de todos os tempos e eras, fosse punida justamente com o inferno, mesmo assim Ele continuaria sendo justo, bom e amoroso.
Lembremos sempre: fomos salvos porque Ele nos quis salvar; fomos perdoados porque a bondade dEle nos levou a isso; fomos lavados das nossas impurezas porque foi o sangue dEle que nos purificou; nosso nome está escrito no livro da vida, porque Ele mesmo o escreveu lá; nós só conseguimos amá-lO por que Ele nos amou primeiro; Ele nos aceitou porque fomos aceito por intermédio de Jesus. A nossa salvação é nossa porque nos foi dada, nós não conquistamos, nós não a merecemos, nós não a garantimos. Quem garante a vitória é o sangue de Jesus e mais ninguém.
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