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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Quem fala demais, fala o que não precisa!

Sinceramente eu não entendo o que o Silas Malafaia fala.

Primeiro ele declarou que votaria na Marina. Depois mudou de idéia. Até aí não vejo muitos problemas. Nós não somos Deus que é imutável. Mas a justificativa que ele deu foi forçada. Ele mudou de idéia porque a Marina não foi firme o suficiente, na sua concepção, quando se declarou sobre o aborto e homossexualismo.

Passado o primeiro turno, Serra também disse ser a favor da união estável de homossexuais, mas que casamento é assunto da igreja. Isso basta para que Selas malafaia não mude seu voto.

No primeiro parágrafo eu escrevi que podemos mudar de idéia por que não somos Deus. Contudo, nosso objetivo é tentar pensar e agir de acordo com a palavra de Deus. Vejamos:

1. A Bíblia condena a idolatria. Mas nem Dilma e nem Serra são contrários à extinção do feriado de 12 de outubro, dia da padroeira do Brasil.
2. A Bíblia condena o sexo descompromissado e fora do casamento. Mas nem Dilma e nem Serra são contrários à distribuição de preservativos durante o período do carnaval, bem como não são contra nem ao próprio carnaval.

Esses são dois exemplos que nos devem fazer pensar em como os líderes evangélicos do Brasil estão conduzindo essa situação. O povo de Israel foi governado por reis corruptos e outros tementes a Deus. O que mudava de substancial na vida do povo?

é uma penas que o Silas Malafaia tenha entrado nessa discussão. Agora não dá mais para sair. Antes ele ficasse quieto apenas discutindo as questões éticas da eleição sob o olhar da Bíblia. minha impressão é que muitas vezes ele perde a oportunidade de ficar quieto e fala demais; fala bobegens demais.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Minha tristeza e parte da minha revolta!!!

Agora posso me expressar. Estou triste. Muito triste e decepcionado. Mais uma vez, o povo brasileiro, nesse caso, o de São Paulo fez outra burrada. Ao eleger o Tiririca deputado federal, os eleitores de São Paulo demonstram que são iguais à maioria do políticos atuais do Brasil. Já não é de hoje que os políticos brasileiros, em tese, não se mostram envolvidos e interessados pelas causas sociais. E agora, temos mais um assim.


Que é legítima a candidatura de qualquer brasileiro, maior de 18 anos aos cargos políticos é um fato. Um triste fato. Qualquer um pode se candidatar a qualquer cargo eletivo. Não precisa ter preparo político, não precisa conhecer as leis principais, não precisa ter estado envolvido com as causas sociais durante a vida, não precisa ter a simpatia do povo para o cargo pretendido. Não precisa de nada disso. Basta ser brasileiro e maior de idade. O próprio Tiririca afirmou que era a esposa dele que lia as coisas para ele. Além disso, tem o fato de, assumido por ele mesmo, ele não saber qual é a função de um deputado federal. Isso me força a reconhecer que quase 1.400.000 eleitores de São Paulo também não sabem o que faz um deputado federal. Ora, o que vai fazer uma pessoa semi analfabeta no Congresso Nacional? É por isso que pior do que está pode sim ficar!

Não sou contra as pessoas semi analfabetas, em absoluto! Já aprendi muito coisa ouvindo pessoas assim. Mas aprendo coisas sobre a vida, sobre relacionamento humano. Como políticas profissionais, essas pessoas não têm gabarito para se posicionarem numa discussão. Como o Tiririca vai interpretar os projetos de lei na Congresso? É absurdo, ridículo, injusto que alguém como ele seja colocado como representante do povo no Congresso. Como eu gosto de perguntas, aqui vão algumas delas:

• O Tom Cavalcante, que trabalha com ele, votou no Tiririca?

• Se ele não sabe ler nem escrever, como a candidatura dele foi aceita?

• Até quando a justiça eleitoral vai perimitir que candidatos sem expressão alguma sejam alavancados por votações expressivas?

• Será que lá em Itapipoca, sua terra natal, ele seria eleito deputado federal?

É lógico que a votação do Tiririca é uma mistura de vários fatores: oportunismo político, revolta e deboche da situação política atual, despreparo dos eleitores e muitos outros fatores que serão levantados pelos cientistas políticos. Mas isso não nos isenta da culpa que temos de permitir que algo assim aconteça. Que Deus tenha misericórdia de nós e da nossa nação.