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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Jesus não morreu por todos - Parte 6



Dois argumentos baseados na natureza da obra de Cristo
1.    A Bíblia deixa muito claro que Jesus Se sacrificou em favor de outras pessoas e não em Sua própria causa. Em Romanos 5:8, Gálatas 3:13 e 2 Coríntios 5:21, por exemplo, encontramos a expressão “por nós”. Quem são esses “nós”? Ora as epístolas foram escritas à Igreja do Senhor Jesus Cristo. Elas nunca foram cartas sem destinatários. Pelo contrário. As cartas paulinas e dos outros autores foram escritas para nós, os que fazemos parte da Igreja de Cristo.
            Então, vejamos. Se Cristo morreu por todas as pessoas e algumas delas não são salvas, Cristo morreu sem necessidade, uma vez que essas próprias pessoas estão sendo punidas por seus pecados. Jesus não precisava ter sido punido, substituindo-as. Se Jesus morreu realmente como o substituto de todos os homens e muitos deles perecem sem salvação, segue-se que o sacrifício de Jesus não é tão eficiente assim.

2.    “As Escrituras descrevem a natureza da obra que Cristo realizou, como a obra de um mediador e de um sacerdote: Ele "é Mediador dum novo Testamento" (Hebreus 9:15). Ele age como um mediador sendo o sacerdote daqueles que Ele leva a Deus. Que Jesus Cristo não é o sacerdote de todos é óbvio, tanto pela experiência como pelas Escrituras...” (p. 44).

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