sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Formatura 2008


Um dos momentos de grande alegria pra mim, nesse 2008, foi tocar bateria. Toquei muito nesse ano e de uma forma que nunca imaginei que fosse tocar.

Um desses momentos foi esse da foto ao lado, na formatura dos meus alunos do 9º ano. Na verdade nesse ano não dei aula para eles, mas fiz muitas amizades nessa turma.

Tenho que agradecer ao Gabriel (baixo) e ao Vavá (violão e arrenjos) por me proporcionarem esses momentos de festa. Música é festa e festa é alegria.

Marcos

Comprei esse DVD já faz algum tempo e fiquei chapado. O Steve Gadd está tocando muito. Nesse show dá pra entender o que o Claudio Rocha quer dizer com “menos é mais”.

Steve Gadd economiza nota onde elas precisam ser economizadas e faz licks matadores onde e quando a música precisa. É um exemplo de uma baterista trabalhando para a música, uma verdadeira aula de como ser um sideman sem ser “afetado”.

Alimentação Diária

Por que temos que comer todos os dias? Não é apenas uma questão de prazer. É lógico que comer é prazeroso – e digo que pra mim é por prazeroso demais! Contudo, a principal razão para comermos é a nossa sobrevivência. Retiramos dos alimentos os nutrientes para nosso corpo produzir a energia necessária para todas as nossas atividades. É por isso que comemos. Nosso corpo tem que fabricar energia todo dia e ele utiliza os nutrientes dos alimentos. Nossas células morrer por falha nesse mecanismo. Entre outros fatores, a falta de alimentação deixa de providenciar os nutrientes necessários para as reações de produção de energia.

E nossa vida espiritual? Como anda a produção de energia da nossa vida espiritual? Será que estamos nutrindo-a com alimento suficiente? Além disso, será que essa nutrição é com alimentação correta? Esses dois aspectos têm que ser considerados: alimentos corretos e na dose certa. Veja que declaração interessante essa de Paulo: “Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena...” (Colossenses 3:5). Temos uma longa lista de versículos que nos mostram que a nossa inclinação é controlada pelo pecado e, portanto, contrária à direção de Deus. E é essa inclinação que o apóstolo Paulo está nos aconselhando a matar. Paulo faz uma comparação muito simples e muito interessante.

Em primeiro lugar, devo ressaltar que o apóstolo Paulo não nos está pedindo para morrermos, para darmos cabo da nossa vida. Ele está tratando de algo espiritual, da nossa relação com Deus, da nossa espiritualidade. Então, quando ele nos aconselha a matar nossa natureza, ele não quer dizer que é para nos destruirmos. O apóstolo está, enfaticamente, nos exortando a matar aquela natureza pecaminosa que herdamos de nossos primeiros pais no Éden. Essa natureza nos impulsiona a práticas que nos afastam da presença de Deus e quebram nossa espiritualidade (vv. 5-6, 8-9).

Aqui se estabelece uma comparação bem simples. Nosso corpo físico se manterá vivo se nos alimentarmos direito, assim ele não morrerá. Mas a nossa natureza terrena precisa ser morta. Como? Deixando de ser alimentada. Isso é o que o apóstolo quer que pensemos e quer que façamos. Paremos de alimentar o pecado dentro de nós!!! Não vamos mais fornecer nutrientes para que ele continue vivo. Fazer morrer a nossa natureza terrena (velho homem) implica em, ativamente, não fornecermos as condições necessárias para que ela viva. Trata-se de um assassinato espiritual que temos que praticar.

O apóstolo ainda nos indica que caminhos devemos seguir. Ele nos diz que devemos nos despojar das práticas que alimentam aquela natureza perversa (v. 8). Despojar-se de algo significa pôr de lado, privar-se, largar, abandonar, perder algo. Portanto, como diz um pastor muito meu amigo, devemos nos afastar da “vitrine do pecado”. Ah, como gostamos de passear no “shopping do pecado”! Devemos nos afastar daquilo que nos aguça a concupiscência dos olhos e da carne.

Não é fácil cometer esse assassinato, justamente porque vai contra a nossa natureza. Ainda gostamos de pecar e o pior, gostamos de mantê-lo vivo. Assim como nosso corpo precisa de alimento diariamente, é diariamente que precisamos matar o pecado em nós. É no dia-a-dia que se mata o pecado um pouco por vez. Nunca conseguiremos matá-lo num único golpe. Mas é através de dedicação, disciplina e verdadeiro interesse de agradar a Deus que vamos matar nosso velho homem.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

A Brevidade da Vida

Esse ano de 2008 vai ficar marcado para mim. Em meus 36 anos, nunca fui a tantos velórios como nesse ano. Gente querida que partiu e gente querida de uma grande amiga também partiu. Isso me fez pensar na brevidade da nossa vida e no fato que basta estarmos vivos para nossas células “resolverem” para de funcionar.

O texto que posto hoje tinha sido escrito há algum tempo. E é exatamente o que pensei ontem voltando de um velório muito comovente.

Se você perguntar para um aluno de 12 ou 13 anos do que o corpo humano é formado, vai ouvir que é formado por água e por células. Só pra dar uma idéia da quantidade de células, imagine que você tenha 100.000.000.000.000 notas de um real em casa; é mais ou menos a quantidade de células do nosso corpo. Imaginar que essa quantidade surgiu a partir de sucessivas divisões celulares de uma única célula formada na fecundação é algo realmente assombroso. Bem disse o salmista: “Eu te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem” (Salmo 139:14).

Que afirmação espantosa, ainda mais para alguém que não dispunha de imagens 3D de ultra-som, microscopia eletrônica ou algo parecido. Só mesmo Deus para revelar algo tão maravilhoso. Interessante que ainda hoje, nós cientistas, não sabemos como uma célula pode originar várias e como cada uma delas de diferencia em células musculares, cardíacas, nervosas e etc. A propósito, essa é a grande linha de pesquisa atualmente com o Projeto Genoma, as células-tronco. Mas esse não é o nosso assunto agora.

Há poucos dias recebemos a notícia da morte de Terri Schiavo e do Papa João Paulo II. Isso me fez pensar no evento mais certo e previsível para qualquer ser vivo que vagueia por esse planeta. Se ninguém ainda lhe disse, preste atenção, você vai morrer!!! Mais dia, menos dia, você vai deixar de existir nessa vida. Em Biologia chamamos isso de apoptose celular, ou seja, a morte celular programada. Se não lhe acontecer nenhum acidente que cause sua morte, algum dia na sua velhice, suas células vão parar de funcionar. No caso do papa isso é muito evidente, pois chegou um momento que suas células pararam de funcionar por uma série de eventos. No caso da Terri, ela sofreu um ataque cardíaco o que lhe ocasionou vários problemas.

E a nossa vida espiritual? Bem, um fato diferente da vida celular é que ela já começa morta. Davi escreveu no salmo 51 que ele foi concebido em pecado (v. 5) e o apóstolo Paulo, que antes de Jesus nos alcançar, estávamos “mortos em delitos e em pecados” (Efésios 2:1). Isso significa que nossa comunicação com Deus não se estabelece até que Ele mesmo Se volte para nós e nos chame pra perto de Si (João 15:16). É uma dura realidade, mas meu filho vai nascer pecador e afastado de Deus, tendo as mesmas necessidades espirituais que eu tenho.

Deus não está nem um pouco preocupado com a lógica humana. As palavras “morte” e “vida” assumem significados interessantes no vocabulário de Deus. A nossa vida espiritual é garantida pela morte física do Salvador. Nossa morte espiritual é acompanhada desde o início da nossa vida física. A morte eterna – que é entendida como o alijamento eterno da presença de Deus – se perpetuará durante toda a eternidade, ou seja, vai ter “vida longa”. A vida eterna que nos foi dada em Cristo nunca vai acabar, ou seja, jamais vai morrer.

Em questões de salvação Jesus foi muito claro: “... a carne para nada aproveita”, o que realmente interessa é que o nosso espírito seja alimentado (João 6:63). Isso não significa que estou pregando que não devemos ter cuidado com o corpo. Por exemplo, glutonaria e embriaguez são pecados graves que impõem ao corpo uma carga muito pesada (Colossenses. 3:5; Efésios 5:18). Também não estou afirmando que não devemos procurar os médicos, eles são uma bênção de Deus para nós. Contudo, o que você vê todo dia diante do espelho, gostando ou não do que vê, vai virar comida de fungos e bactérias decompositores.

Que a nossa alma se apegue ao Senhor, que o nosso espírito se comunique com o Espírito Santo de Deus, que nosso corpo expresse a vida de Deus através de obras que dignifiquem e glorifiquem o nome de Deus. Graças a Deus, na ressurreição dos mortos, nossos corpos serão glorificados e não mais corruptíveis.


quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Será mesmo?

O que torna uma pessoa salva? Será que basta aceitar o apelo feito por um pastor? Será que se responder “sim” a uma série de perguntas coloca alguém a caminho do céu? Você já parou pra pensar quantos apelos existem depois das pregações no Novo Testamento? Para se ter uma idéia, depois do primeiro sermão de Pedro, quase três mil almas se converteram, e não houve nenhum apelo. Nenhum!!!!!

Parece que o prefeito eleito de São Paulo, Gilberto Kassab, é agora evangélico, Mas sua assessoria já correu para afirmar que ele continua católico e não se converteu a nenhuma outra religião... Só o tempo dirá!!!

Mas fica a questão: basta responder sim a um apelo???????

Acesse http://www.youtube.com/watch?v=l8peTkr9ddc e você verá a “talvez” conversão de Gilberto Kassab. Depois, acesse www.bibliaworld.com.br e veja os comentários feitos.

Até mais, Marcos.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Nem tudo é relativo!

O mundo de hoje está muito esquisito. As coisas estão muito diferentes do que no passado. Pelo menos, muitas delas. Disseram que a tecnologia iria facilitar a nossa vida. Microondas, ferro elétrico, máquina de lavar, máquina de secar... Máquina de escrever, coitada! Essa nem existe mais. Tudo que foi construído, foi desenvolvido para nos ajudar. Mas, cada vez mais, estamos sem tempo. Não temos tempo para lazer e diversão. Mal conseguimos ver nossos filhos. Dificilmente conseguimos jantar com nossos amigos. Familiares então! Se não for um casamento aqui, um velório ali, ficamos mais de um ano sem ver os primos, sobrinhos, tios e tias.


Ensinaram-me na Escola Dominical que Deus tinha criado o mundo do nada. Depois de um tempo, tentaram me ensinar que não tinha sido bem assim do nada. Aprendi que a serpente tinha conversado com Eva. Passado um tempo, tentaram me convencer que isso era um tipo de história parecida com aquelas dos desenhos animados em que os bichos falam. Aprendi que num púlpito devíamos citar pensadores como Paulo, Pedro, Tiago e João – entre outros. Depois, começaram a citar uns caras como Jung, Freud, Leonardo Boff, Daniel Goleman e compará-los com os primeiros. Achei muito estranho isso – na verdade, continuo achando!


Ensinaram-me que os apóstolos já não existiam mais, que eles tinham se encerrado nos tempos de João. Há uns 15 ou 20 anos atrás, os apóstolos voltaram! Contudo, voltaram meio diferentes. Eles possuem prata, ouro, quase não são perseguidos. Pelo contrário. Eles são convidados especiais em eventos especiais para pessoas comuns. Eles não entram mais pela porta dos templos; entram por trás de onde pregam. Quase nunca vão presos. Se vão, é porque mentiram, não porque falaram a verdade! Os apóstolos de hoje têm carros caríssimos, casas suntuosas, roupas de grife e talheres finíssimos. Na época da Bíblia, me disseram que os apóstolos precisam das ofertas suadas das igrejas para se manterem vivos com o mínimo. Aprendi inclusive que o apóstolo Paulo trabalhava fabricando tendas. Qual é a profissão doa apóstolos atuais?


Meus antigos professores me diziam que eu tinha que levar minha Bíblia todo dia de culto na igreja. Meus professores modernos, às vezes, nem abrem a Bíblia durante o culto. Alguns quando vão citar um versículo, pedem para eu não abrir a Bíblia para não perder a atenção no que eles vão dizer. Ué, pensei que eles fossem falar da própria Bíblia!!! Isso também mudou. Quando alguém ia pregar no culto de domingo, o pregador sempre falava sobre a Bíblia, sempre falava da Bíblia, depois mostrava porque aquele trecho era importante para mim. Hoje em dia, os pregadores que eu ouço, falam de suas experiências (algumas bem engraçadas, outras muito tristes), falam de como administram suas igrejas, falam dos problemas que as pessoas têm no trabalho, na família, no casamento. E depois dão alguns exemplos de personagens bíblicas que passaram por situações parecidas.


E quando eu cantava. Naquele tempo eu levantava a mão em sinal de rendição a Deus. Hoje, o pessoal na igreja parece que está numa academia quando levantam as mãos. Naquela época, as músicas tinham expressões do tipo “para Deus”, “Deus é soberano”, Tu és fiel”, “Toda a glória a Ti”, “Deus não é homem para mentir”, “sou Teu”, “Deus me ama”. Hoje, é tudo muito diferente. As músicas hoje são “me devolve”, “tenho direito do que é meu”, “eu quero de volta”, “Deus é meu”, “estou apaixonado por Jesus”. Não sei mais o que está acontecendo. Estou realmente confuso para muita coisa.

Dizem que tudo hoje é relativo e não há mais absolutos. E essa frase? Ela também é relativa? Se você ainda está lendo esse texto, chegou a hora de te dizer que eu creio que a Bíblia é a verdade, sem contestação, sem comparação, acima de qualquer outro texto humano. A Bíblia é absoluta, inigualável, autoritativa, harmônica, verdadeira, infalível. Ela é a palavra final em todas as discussões que envolvem a pessoa de Deus. Ela não precisa de nada externo a ela para lhe dar credibilidade. Ela não precisa da Ciência, das religiões, das autoridades acadêmicas, dos achados arqueológicos para ser digna de crédito. Nada nem ninguém se compara a ela. A Bíblia Sagrada é totalmente absoluta e não há nada nem ninguém que faça frente a ela.

domingo, 14 de setembro de 2008

Frases


Mais uma da série Frases...

“...Quem me livrará do corpo dessa morte?...”

Apóstolo Paulo

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Frases


“Estar para muitos cristãos é mais importante que o ser. E há uma grande diferença: se eu sou, eu posso estar em qualquer lugar. Mas seu eu estou e não sou, qualquer lugar que eu esteja não vai servir pra nada.”

João Alexandre
www.plataforma.art.br

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Saudade de Deus

Escrevi esse texto já há bastante tempo. E hoje estou com os mesmos sentimentos daquele dia inspirativo. Espero que ele te abençoe também.


Hoje eu acordei com saudade de Deus.

Logo cedo, imediatamente depois de acordar, tentei entender esse sentimento. Então percebi que não sabia muito bem o que realmente significava a palavra saudade. A primeira atitude foi olhar no dicionário para saber se ele me ajudaria. Dito e certo! Parte da minha angústia estava resolvida: agora sei o que significa sentir saudade. Os eruditos que compilaram o dicionário que tenho escreveram que saudade é um “sentimento mais ou menos melancólico de incompletude, ligado pela memória a situações de privação da presença de alguém ou de algo, de afastamento de um lugar ou de uma coisa, ou à ausência de certas experiências e determinados prazeres já vividos e considerados pela pessoa em causa como um bem desejável”. Agora tinha que resolver outra questão: não quero conviver com essa melancolia.

Imediatamente depois de ler essa definição comecei a puxar da memória algumas “situações de privação da presença de alguém...”. DAquele alguém de quem estou sentindo saudades. Também pensei no “afastamento de um lugar...”. Daquele lugar em que Ele está e eu devo estar junto. Senti saudade “...de certas experiências e determinados prazeres já vividos e considerados pela pessoa em causa como um bem desejável”. Experiências e prazeres que só a presença dEle pode proporcionar. E, à medida que esses pensamentos foram se apoderando da minha alma, fui levado a concluir, de modo incontestável, que sou parecido com aquele animal descrito pelo salmista: “Como a corça anseia por águas correntes, a minha alma anseia por ti, ó Deus.” (Salmo 42:1 – NVI).

O salmista estava familiarizado com esse animal e devia conhecê-lo muito bem. Provavelmente tinha ouvido seus gritos de ansiedade por água. Quem sabe algumas vezes o próprio salmista ajudou algum animal desse a encontrar água. E também, muito provavelmente, o salmista seguiu esse animal em busca de água. O fato é que o salmista estava se sentindo como a corça (ou cervo). A intensidade do sofrimento do salmista, a percepção da saudade de Deus era tão grande que o salmista teve que buscar na natureza algo para se expressar. O desejo do salmista era tão visceral, tão urgente, tão imediato que só a cena de um animal agonizando de sede servia para externar sua ânsia.

Será que nos sentimos assim com freqüência? Será que nossos sentimentos por Deus podem ser expressos da mesma forma? Temos consciência que precisamos de Deus diariamente, assim como precisamos da água para nos manter vivos? Temos nos alimentado de Deus diariamente? Ainda temos força para expressar nossa necessidade de Deus? Do que temos nos alimentado?

O salmista, nesse momento de saudade de Deus, afirma que tem se alimentado das suas próprias lágrimas (v. 3). Ora, uma pessoa que perambula pelo deserto em busca de água, jamais poderá se saciar com algumas lágrimas! Se a necessidade dele foi comparada a “águas correntes”, como ele se manteria vivo com suas próprias lágrimas? E o pior de tudo, as lágrimas são salgadas e isso aumentaria ainda mais a sede!!!

A comparação é perfeita. Um animal imponente, forte e garboso está sucumbindo e gritando, pedindo correntes de água para matar a sua sede. O cervo, acostumado a viver em regiões onde a água pode faltar, está num local que ele esperava encontrar água, mas ela não está lá. O salmista olha para si, percebe sua fragilidade, sabe que necessita de água em abundância. Depois de passar dias se alimentando de suas próprias lágrimas e ainda sentindo sede, vê suas esperanças morrerem. Ambos, homem e cervo, no último estertor de vida, clamam por água, por muita água, correntes de água, água em abundância.

Queridos, não nos basta um copo da presença de Deus diariamente. Não conseguiremos viver longe da Sua presença. Não nos restará vida em nós mesmos se formos negligentes na busca da comunhão com Ele. Se estivermos longe da Sua fonte, nossa alma morrerá à míngua, sedenta, árida. Ele não está longe, pelo contrário, está perto e nos incentiva a buscá-lO enquanto é possível achá-lO (Isaías 55:6). Nossa necessidade não é pequena. Nossos pecados nos afastam de Deus e por causa deles carecemos da Sua glória (Romanos 3:23). Ou buscamos a Deus todos os dias, com toda diligência, com amor e intenso desejo, ou morremos sem Ele eternamente.

Frases...

“Passamos anos gastando um dinheiro que não temos, para comprar coisas que não precisamos, para impressionar quem não conhecemos.”

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Neurose evangélica


Ontem estive com o Gerson Borges e o Tom Ferro desde o final da tarde até o início da madrugada. Foi um período muito bom de muitas conversas, risadas e espiritualidade. É incrível como Deus nos permite no meio do caos paulistano ter momentos de intimidade com Ele e com Seus filhos.

Neurose, neurastenia, neura, neurótico são algumas palavras que definem o atual momento evangélico no Brasil. E acho que outras partes do mundo também. Só para termos idéia, a palavra neurose tem várias definições no dicionário. Uma delas é
conjunto de problemas de origem psíquica que, diferentemente da psicose, conservam a referência à realidade, ligam-se a situações circunscritas e geram perturbações sensoriais, motoras, emocionais e/ou vegetativas.

Não seria isso o que vemos hoje no evangelicalismo atual. No meio evangélico tem:

  • tem gente que se acha o Messias;
  • tem gente que se acha no direito de determinar o que Deus tem que fazer;
  • tem gente que acha que pode falar em nome de todos os evangélicos;
  • tem gente que acha que pode defender a chamada “sã doutrina”;
  • tem gente que acha que pode manipular os dons de Deus;
  • tem gente que acha que pode manipular os membros das igrejas locais;
  • tem gente que acha que pode se elevar a grau de apóstolo, apóstola, bispa, pai-apóstolo, arcanjo...
Essas pessoas criam suas próprias realidades, seus próprios feudos e ficam vivendo suas neuroses e criando perturbações em todo o meio evangélico. Lembro-me, quando criança, de histórias de como os “crentes” eram respeitados na sociedade. Hoje, aqui em São Paulo, numa rua de lojas de instrumentos musicais, os lojistas desconfiam quando você aparece falando que é evangélico e quer comprar algo parcelado.

Onde vamos parar com isso? Pára com isso!!!!!

Três afirmações de que Deus e evolução não podem estar juntos

                 Foi com vontade de conhecer como o mundo físico funciona e como Deus criou todas as coisas, especialmente os animais, é que...