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sábado, 8 de fevereiro de 2014

Você não gosta de teologia? Que pena!!!



            Vez ou outra vejo declarações de cristãos dizendo não gostar de teologia. O que eu acho realmente que essas pessoas querem dizer é que elas não gostam de um estudo sistemático de doutrinas bíblicas. Acho isso uma pena também!
            Há alguns anos – uns 20 anos ou mais – os cristãos eram conhecidos como o povo do Livro. E éramos assim conhecidos por andar com a Bíblia debaixo do braço, mas também, quero acreditar, que era porque havia muito mais estudos bíblicos do que hoje. Lembro-me que quando eu era criança, há 30 anos, todo o terceiro sábado, havia o Estudo Bíblico. Ficávamos o dia inteiro, com café, almoço e jantar, só estudando a Bíblia. Infelizmente naquela época eu não entendia muita coisa, mas ver a dedicação das pessoas ao fazer a comida, ao preparar os estudos e à oração me ensinou muita coisa.
            Duvido que uma igreja faça uma programação dessas mensalmente – eu não conheço! Para muitos de nós tornou-se cansativo empregar um dia inteiro de estudos dedicados à Bíblia. Hoje é mais legal, é mais produtivo e cansa menos encher as igrejas de atividades recreacionais, ensaios disso e daquilo, almoços e jantares. Tempos modernos. Não serei eu que vou brigar com o sistema. Mas uma coisa é fato: era bem mais difícil nos manipular teologicamente.
            Sabe por que tantos ensinos estranhos à Bíblia fazem sucesso hoje? Porque as pessoas não conhecem a Bíblia. E não conhecer a Bíblia é uma sentença de fracasso e desventura espiritual. É o que Deus disse através do profeta Oséias: “O meu povo perece por falta de conhecimento.” (Oséias 4:6). Nossa vida espiritual depende da Palavra de Deus, assim como nossa vida biológica depende dos nutrientes dos alimentos. Lembro-me do Pr Bill Barkley (www.editorapes.com.br) me perguntando todos os dias: “Você já leu a Bíblia hoje? E comer, já comeu hoje?”.
            Eu não tenho dúvida que a situação da igreja cristã moderna está desse jeito por falta de estudo bíblico. Doutrinas como o universalismo, teologia da prosperidade, neopentecostalismo, apostolado moderno, teísmo aberto, liberalismo teológico, triunfalismo entre tantas outras só existem e fazem sucesso porque as pessoas não conhecem mais a Bíblia. Reconheço que muitos cristãos leem a Bíblia e ainda o fazem com certa regularidade. Mas essa leitura não está frutificando a ponto de preservar-nos do erro que, escamoteada ou abertamente, tem entrado na igreja.
            Algumas epístolas foram escritas justamente para combater certos desvios doutrinários que já ameaçam a Igreja de Cristo no século primeiro. As epístolas de 2 Pedro, Judas e 1, 2, e 3 de João foram escritas com a clara intenção de combater heresias que já se levantavam na igreja. Pedro e Judas escreveram para reafirmar a autoridade de Jesus Cristo e da Sua Palavra. João escreveu essas cartas a fim de combater o gnosticismo. Elas “foram escritas para resolver o problema criado por essas tendências para as falsas doutrinas dentro da igreja”.[1]
            Portanto, se você é cristão e diz não gostar de ler, alguma coisa está errada. O conhecimento de quem é Jesus Cristo, para sermos parecidos com Ele, vem através de um Livro e da sua leitura. Você não precisa ser um expert nas línguas originais, não precisa cursar nenhum curso acadêmico de teologia. Contudo, precisamos seguir a recomendação dos profetas, “Vinde e arrazoemos com o Senhor” (Isaías 1:18), “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor” (Oséias 6:3) e a recomendação do apóstolo, “Antes crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo" (2 Pedro 3:18). Não sejamos negligentes com o estudo da Palavra de Deus.


[1] Tenney, Merrill C. (2008), O Novo Testamento: sua origem e análise, página 375, Shedd Publicações, São Paulo, SP.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Confissão de Fé Batista de 1689 - Um resumo

Em abril de 1995 conheci a Confissão de Fé Batista de 1689. Sete anos antes já havia conhecido a Confissão de Westminster. Quando li a Confissão Batista achei que fosse uma cópia da outra. Na verdade, naquela época a sã doutrina estava mais preservada entre os cristãos.

Pouco tempo depois, me deparei com um resumo da Confissão Batista em inglês que resolvi traduzir para mim. Hoje procurei o resumo em inglês e não achei. Mas mesmo assim foi publicar a tradução que fiz. Trata-se de um bom resumo daquilo que acredito ser a essência das Escrituras.

1.      Eu creio no verdadeiro e vivo Deus, que subsiste em três Pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. É invisível, pessoal, onipresente, eterno, não dependente de ninguém, imutável, sincero, digno de confiança, poderoso, soberano, onisciente, justo, santo, bom, amoroso, misericordioso, longânimo e gracioso.
2.      Eu creio que o Deus todo-poderoso revelou tudo que é necessário para a vida e salvação nos 66 livros das Sagradas Escrituras, que são a Palavra de Deus. Toda a Escritura foi dada por inspiração de Deus, é infalível e inequívoca e o árbitro final em todas as discussões. Sua autoridade é derivada do Seu autor e não das opiniões dos homens.
3.      Eu creio que Deus criou o nosso primeiro pai Adão perfeito, santo e íntegro. Ele foi colocado como representante e cabeça da raça humana, de tal modo a expor todo sua descendência aos efeitos da sua obediência ou desobediência às ordenanças de Deus.
4.      Eu creio que Adão caiu de sua justiça original em pecado e trouxe sobre si mesmo e toda sua descendência morte, condenação e pecado.
5.      Eu creio que é completamente impossível ao homem decaído, por si mesmo, amar a Deus, guardar Suas leis, entender o evangelho, arrepender-se dos pecados ou crer em Cristo.
6.      Eu creio que Deus, antes da fundação do mundo, para Sua própria glória elegeu um inumerável número de homens e mulheres para a vida eterna como um ato da Sua livre e soberana graça. Essa eleição não foi, de maneira nenhuma, dependente de Sua previsão de fé do homem, ou sua decisão, obra ou méritos.
7.      Eu creio que Deus enviou Seu Filho ao mundo, concebido da virgem Maria pelo Espírito Santo, sem pecado, sendo Deus e homem, nascido sob a Lei para viver uma vida de justiça em favor do Seu povo eleito.
8.      Eu creio que o Filho de Deus morreu na cruz do Calvário para efetuar propiciação, redenção, reconciliação e expiação para Seu povo eleito. Deus propiciou evidência para a Sua aprovação da obra de Seu Filho ressuscitando-o dos mortos.
9.      Eu creio que o Filho de Seus ascendeu à destra do Pai e está entronizado em glória, onde intercede em favor do Seu povo e governa todas as coisas para Sua própria glória.
10.  Eu creio que Deus, o Filho, enviou o Espírito Santo para atuar em consonância com a pregação da Palavra. O Espírito Santo regenera o pecador eleito e o atrai à fé em Deus de maneira irresistível.
11.  Eu creio que os eleitos, aqueles que são cheios por graça, são justificados aos olhos de Deus de acordo com a justiça de Cristo imputada a eles, que é recebida apenas por fé.
12.  Eu creio que todos aqueles que são chamados, regenerados e justificados serão preservados em santidade e nunca cairão do seu estado de graça.
13.  Eu creio que o batismo por imersão e a ceia do Senhor são ordenanças do evangelho pertencentes apenas aos regenerados.
14.  Eu creio que a igreja local está sob autoridade apenas de Jesus Cristo. A comunhão dos santos, contudo, requer reconhecimento e relacionamento com outras igrejas.
15.  Eu creio que o Senhor Jesus Cristo voltará para ressuscitar os mortos, justos e injustos e que os justos se regozijarão na vida eterna e que os injustos receberão sua condenação por toda a eternidade.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

O meu arrependimento vem de Deus


“Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência e longanimidade, ignorando que a benignidade de Deus te leva ao arrependimento?”                                                                                           Romanos 2:4

            No livro Fé: dom de Deus (Editora PES), Tom Wells começa sua análise, colocando-nos uma situação muito interessante: duas pessoas com históricos de vida semelhantes ouvem a pregação do Evangelho, mas apenas uma só se volta para Cristo. E o livro parte dessa história a partir de uma pergunta Por que isso acontece?
            Por que algumas pessoas ao ouvirem a pregação do Evangelho permanecem com seu coração endurecido e não se voltam para Cristo? Na época de Jesus, quando Ele mesmo pregava, muitos não se voltavam para Ele a fim de serem perdoados de seus pecados. Por que isso acontecia até com a pregação dEle?
            É lógico que o arrependimento dos nossos pecados é nosso. É lógico que somos nós que precisamos de um Salvador. É lógico que temos que exercer a fé em Cristo para perdão dos nossos pecados. Mas a questão é a seguinte: a nossa fé e o nosso arrependimento partem de nós? Em que medida somos nós, sem a influência do Espírito Santo, que buscamos o arrependimento?
            Mas alguém pode dizer que não é sem a influência do Espírito Santo. Quando dizemos que o Espírito Santo nos influenciou é porque fomos “tocados” por Ele e então nos arrependemos. Então esse arrependimento é nosso mesmo?
            Você acredita que nós podemos resistir à ação do Espírito Santo? Você crê que o ser humano tem capacidade de rejeitar o sacrifício de Jesus Cristo, menosprezando a Sua obra? Você realmente crê que o ser humano tem a capacidade de dizer “sim” ou “não” para a obra de Jesus?
            Quando o apóstolo Paulo nos diz que a benignidade (bondade, em algumas traduções) é que nos conduziu ao arrependimento, ele está comparando com um pai que leva seu filho pequeno a dar os primeiros passos. Ou ainda, é a mesma palavra usada para um passeio com o cachorro, que precisa ser conduzido, caso contrário, o animal andará perdido.
            A palavra que o apóstolo utilizou aqui pode ainda ser traduzida persuadir, reger (como um maestro) ou orientar. Isso significa algo muito precioso: é que se não fosse a bondade de Deus eu ainda não teria me arrependido; se o próprio Senhor Deus não Se voltasse para mim, eu jamais me voltaria para Ele.
            Em 1 João 4:19, somos lembrados que só amamos porque Ele nos amou primeiro, ou seja, o meu amor é consequência do ato inicial de Deus, primeiro Ele, depois eu. Na mesma carta ao Romanos, Paulo admite que ele até queria fazer o certo, mas era incapaz por causa do pecado que habitava nele (7:18). E aos filipenses ele escreveu que o nosso desejo de querer realizar alguma coisa e a própria realização também vem de Deus, segundo a boa vontade dEle (2:13).
            Onde ficam então as nossas capacidades e vontades, se elas são determinadas e influenciadas por Deus? Se o primeiro ato da minha conversão – o meu arrependimento – nem parte espontaneamente de mim, por que ainda vivo como se Deus não me influencia nas decisões que tomo! Isso não faz de mim um robô que não tem vontade própria. Mas o fato é que minha vontade é determinada pela ação sobrenatural do Espírito Santo, aplicando a Palavra de Deus na minha vida.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Vivendo e aprendendo - sempre!!!

Aprendi errado durante toda minha pequena vida. O que me ensinaram - fé não tem nada a ver com razão - não está certo. O que aprendi, na verdade, não é fé. É fideísmo.


Fideísmo
Rubrica: religião.
doutrina teológica que, desprezando a razão, preconiza a existência de verdades absolutas fundamentadas na revelação e na fé


Fonte: Dicionário Houaiss

Quando a Bíblia convoca as pessoas a "arrazoar" com Deus, não é, em absoluto, figura de linguagem.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Minha confissão de fé

Inspirado por um recente post do Dr Augustus N. Lopes, decidi escrever, de forma resumida, a maneira como encaro a Bíblia, seus ensinos e a maneira como creio neles. Muitos vão se identificar com a maneira como creio. Outros, vão discordar num ou outro ponto. Mas assim como o Dr Augustus, hoje ouço quem quer que seja, desde liberais até ortodoxos. Graças a Deus livrei-me do ranso que muitos calvinistas têm de desprezar quem pensa diferente. Aí já foi a dica. Penso de forma calvinista, mas não estou preso a ele.


1. Eu creio no verdadeiro e vivo Deus, que subsiste em três Pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. É invisível, pessoal, onipresente, eterno, não depende de ninguém, imutável, sincero, digno de confiança, poderoso, soberano, onisciente, justo, santo, bom, amoroso, misericordioso, longânimo e gracioso.


2. Eu creio que o Deus todo-poderoso revelou tudo que é necessário para a vida e salvação nos 66 livros das Sagradas Escrituras que são a Palavra de Deus. Toda a Escritura foi dada por inspiração de Deus, é infalível e inequívoca e o árbitro final em todas as discussões. Sua autoridade é derivada do Seu autor e não das opiniões dos homens.


3. Eu creio que Deus criou nosso primeiro pai Adão perfeito, santo e íntegro. Ele foi colocado como representante e cabeça da raça humana, da tal modo a expor toda sua descendência aos efeitos da sua obediência ou desobediência às ordenanças de Deus.


4. Eu creio que Adão caiu de sua justiça original em pecado e trouxe sobre si mesmo e toda sua descendência morte, condenação e pecado.


5. Eu creio que é completamente impossível ao homem decaído, por si mesmo e sem a atuação de Deus, amá-lO, guardar Suas leis, entender o evangelho, arrepender-se dos pecados ou crer em Cristo.


6. Eu creio que Deus antes da fundação do mundo, para Sua própria glória elegeu um inumerável número de homens e mulheres para a vida eterna como um ato da Sua livre e soberana graça. Essa eleição não foi, de maneira nenhuma, dependente de Sua previsão de fé do homem, ou sua decisão, obras ou méritos.


7. Eu creio que Deus enviou Seu Filho ao mundo, concebido da virgem Maria pelo Espírito Santo, sem pecado, sendo Deus e homem, nascido sob a Lei para viver uma vida de justiça em favor do Seu povo eleito.


8. Eu creio que o Filho de Deus morreu no Calvário para efetuar propiciação, redenção, reconciliação e expiação para Seu povo eleito. Deus propiciou evidência para a Sua aprovação da obra de Seu Filho ressucitando-O dentre os mortos.


9. Eu creio que o Filho de Deus ascendeu à destra do Pai e está entronizado em glória, onde intercede em favor do Seu povo e governa todas as coisas para Sua própria glória.


10. Eu creio que Deus, o Filho, enviou o Espírito Santo para atuar em consonância com a pregação da Palavra. O Espírito de Deus regenera o pecador eleito e o atrai à fé em Deus de maneira irresistível.


11. Eu creio que os eleitos, aqueles que são cheios por graça, são justificados aos olhos de Deus de acordo com a justiça de Cristo imputada a eles, que é recebida apenas pela fé.


12. Eu creio que todos aqueles que são chamados, regenerados e justificados serão preservados em santidade e nunca cairão do seu estado de graça.

13. Eu creio que o batismo e a Ceia do Senhor são ordenanças do evangelho pertencentes apenas aos regenerados.


Convite de Amor - esse eu dispenso!

O nosso dial está cheio de estações evangélicas de rádio. Tem rádio evangélica pra todos os gostos. Certo dia, tentando ouvir alguma música que me edificasse, comecei a ouvir a música Convite de Amor, composta por um famoso missionário internacional aqui do Brasil. Queria ouvir alguma música interessante e, em certo aspecto, essa música é interessante.

Lá pelo meio da letra, o “inspirado” compositor escreve o seguinte:

A decisão é sua; dela, Deus não pode participar
Você é o responsável pelo seu destino eterno
Jesus bate a porta, abra correndo para Ele entrar

Se você quiser ver um clipe dessa música, clique aqui.


Creio ser de muita arrogância a atitude que ele assume de Deus poder não participar da escolha de uma pessoa para sua própria salvação. Quer dizer que Deus, que propôs Jesus Cristo para salvação da humanidade, que regenera o coração do homem, que perdoa os nossos pecados, que nos imputa a justiça de Jesus Cristo, não pode participar da escolha de alguém querer ser salvo? Nem estou questionando o fato de uma pessoa, morta em seus pecados, não ser capaz de escolher a Cristo. Ora, se a pessoa está morta espiritualmente, como poderá escolher a Deus, que é espírito (João 4:24)? A teologia do missionário é tão falha que ele tira Deus daquilo para o qual Ele mesmo enviou Seu Filho, salvar os pecadores (Mateus 1:21; 18:11).


Agora, a segunda frase do coro é mais ridícula ainda. Gostaria de saber o que o missionário pensa desse versículo: “Visto que os seus dias estão determinados, contigo está o número dos seus meses; e tu lhe puseste limites, e não passará além deles.” (Jó 14:5). Se eu sou o responsável pelo meu destino eterno, não preciso mesmo de Deus. Talvez eu precise mais da ajuda do missionário do que de Deus! Imagine que nós, como seres finitos que somos, somos responsáveis pela nossa eternidade. Deixe-me refrescar a sua memória e a do missionário que Adão foi colocado por Deus como responsável pelo destino da raça humana e falhou. E olha que Adão fora criado sem nenhum pecado, ele era absolutamente perfeito. Quanto a nós, que já nascemos em pecado, pobre de nós. Isso é que dá colocar um microfone e uma câmera de televisão na frente de gente despreparada e sem conhecimento da Palavra de Deus.


Na terceira frase, o missionário-compositor aconselha os ouvintes a abrir a porta correndo para Jesus e eu pergunto, para quê? Se Deus não participa das minhas escolhas, se eu mesmo determino (como ele gosta dessa palavra!!!) meu futuro eterno, qual é a necessidade de Jesus na minha vida? Se da minha decisão de ter a vida eterna Deus não pode participar, para que preciso abrir a porta correndo para Jesus? É tão absurda essa idéia do missionário, que se fosse verdadeira, como vamos entender esse texto: “Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.” (João 15:5)? Essa teologia de que o homem pode decidir se quer ser salvo ou não erra, entre outras coisas, no fato que, até mesmo nossa vontade de querer ser salvo parte do próprio Deus, “porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.” (Filipenses 2:13).


Isso sem falar na última frase da música que diz que Jesus é a melhor opção. Senhor missionário, Jesus não é a melhor opção, Ele é a ÚNICA opção que existe.


Tenho a impressão que vou continuar na vontade de escutar alguma boa música cristã no rádio!!!

Três afirmações de que Deus e evolução não podem estar juntos

                 Foi com vontade de conhecer como o mundo físico funciona e como Deus criou todas as coisas, especialmente os animais, é que...