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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Só para pensar

Há mais de dois anos atrás publiquei nesse blog, um texto para reflexão. Agora, motivado pelos últimos acontecidos com o Mackenzie, publico de novo esse texto para incentivar a reflexão. Como daquele tempo até hoje, muita coisa aconteceu, fiz alguns acréscimos ao texto original.

Se eu não concordo com a maneira de governar do prefeito da minha cidade, posso manifestar minha opinião? Posso dizer que não aprecio a maneira dele administrar a cidade?

Se eu não concordo com a política da expresa onde trabalho, posso expressar minha opinião?

Se eu não concordo com o síndico do meu prédio, posso manifestar esse meu pensamento? Posso conversar com os moradores do meu condomínio para escolhermos outra pessoa no lugar dele?

Se eu não concordo com a maneira da professora do meu filho ensinar, posso falar isso pra ela? Posso questionar a metodologia que ela utiliza?

Se eu não concordo com a maneira do presidente da República governar, posso deixar isso claro para ele saber? Posso dizer para ele que não concordo com o modo dele agir na Presidência?

Se eu não concordo com a prática do banditismo, posso me manifestar para que os bandidos sejam todos presos?

Se eu não concordo com o uso e o tráfico de drogas, posso deixar isso claro para meus filhos não andarem com gente que defende isso? Posso alertá-los que, se eles andarem com essas pessoas, eles poderão ser influenciados negativamente pelos traficantes?

Se eu não gosto de falar e ouvir palavrões das pessoas, posso falar que essa é uma prática feia e deselegante? Posso estimular as pessoas que convivem comigo a que não falem essas palavras?

Se eu não concordo com as pessoas que jogam lixo na rua, posso falar que essa é uma prática errada pelos problemas que isso causa?

Se eu não concordo com o abuso dos animais, posso me manifestar contra as pessoas que praticam essas coisas?

Se eu não gosto da música que está tocando no carro ao meu lado, posso fechar as janelas do meu carro para não ser importunado? Posso pedir para essa pessoa abaixar o volume?

Se eu não gosto de literatura esotérica, poesia, prosa, biografias ou qualquer outro tipo, posso aconselhar as pessoas a não comprarem esses tipos de livros?

Se eu não concordo com a escravidão dos trabalhadores, posso me manifestar em defesa do trabalho honesto?

Se eu não concordo com a prostituição, posso me manifestar contra essa prática? Posso incentivar milha filha a que não se torne uma prostituta? Posso ensinar que a Bíblia não concorda com essa prática e a condena?


Se eu gosto de rock, posso dizer que axé, pagode, samba, forró, MPB são músicas chatas? Posso incentivar meus filhos a escutarem rock em vez de outros estilos musicais?

Se não concordo com a prática do sexo antes ou fora do casamento, posso me manifestar contrário a essas práticas? Posso ensinar isso aos meus filhos?

Se eu não gosto da metodologia de ensino da escola do meu filho, posso retirá-lo desse colégio e colocá-lo em um colégio que julgar bom o suficiente?

Se eu não aprovo o lesbianismo, posso ensinar milha filha a que se comporte de outra maneira? Posso ensnar minha filha que goste apenas de homens e queira se casar com deles?

Se eu não aprovo a prática do homessexualismo masculino, posso ensinar meu filho a que goste de mulheres, que dseje se casar com uma mulher?

Posso ter o direito de dizer que não sou homossexual, que não concordo com esse modo de vida?

Posso dizer que não concordo com a prostituição, com o homossexualismo por que, segundo eu entendo, a Bíblia é contrária a essa posição?

Posso realizar uma passeata, com quem pensa igual a mim, a favor do heterossexualismo na Avenida Paulista?

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Na corda bamba


“Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe que não caia.” (1 Coríntios 10:12)

Essa é uma bela advertência, simples, direta e sem rodeios. “Olha, cuidado. Se você acha que está de pé, tome cuidado para não cair”. Muito do nosso fracasso é porque não tomamos cuidado.

Ontem tive algumas reuniões com pais dos meus alunos. Alguns alunos que passaram “aprovados pelo Conselho”, outros alunos foram reprovados. Casos pontuados com as famílias ao longo do ano, contudo, algumas dessas famílias ignoraram nossos avisos. “Cuidado, se seu filho não melhorar vai ser difícil dele passar de ano.” Ah, quantas vezes falei isso durante o ano. E, sempre que dava, tentava um jeito de falar isso para os próprios alunos, direta ou indiretamente.

Ontem foi um dia muito difícil. Falar com os pais dos alunos reprovados é sempre desgastante. Há um clima de tristeza, de frustração e incapacidade no ar. Lembrei muito de quando eu repeti a 7ª série... lembrei-me da tristeza que pairou em casa com meu pai e minha mãe.

Mas a advertência serve para qualquer área da nossa vida. Agora que estamos chegando no período de balanço do ano... Vamos usr esse momento para refletirmos se estamos “perdendo o equilíbrio” da nossa vida.

Até mais, Marcos.

domingo, 5 de julho de 2009

Weizmann Institute of Science (July, 05 - 2009)

Estou em Israel!!! Quando poderia imaginar que isso fosse possível. Estou hospedado no Insituto Weizmann de Ciência para uma semana de muito trabalho e muita reciclagem pessoal e profissional.

Trata-se de uma dos maiores institutos de ciência e divulgação científica do mundo. Fui convidado pelo diretor de um dos colégios que trabalho para integrar a equipe de brasileiros. Na verdade a equipe é de apenas duas pessoas, eu e o Rogério.

Infelizmente nem tudo são flores. Fomos muito bem recebidos aqui no Instituto, mas nossas bagagens não chegarem junto conosco em Tel-Aviv. Queira Deus que elas estejam em Milão, onde fizemos uma conexão, e cheguem amanhã.

Abraço para vocês, Marcos.

Três afirmações de que Deus e evolução não podem estar juntos

                 Foi com vontade de conhecer como o mundo físico funciona e como Deus criou todas as coisas, especialmente os animais, é que...