terça-feira, 13 de maio de 2008


Essa é a foto que eu mais gosto da Cyntia. Ela, sendo quem é na minha vida, não poderia ficar de fora do meu blog.

Amo você...!!!

Apóstolo Tomé (mas poderia ser o seu nome)

Nota: antes de ler esse texto leia o trecho de João 20:19-29.

Os homens que Jesus escolheu para lhe fazer companhia durante seu período de encarnação eram pessoas comuns e pertencentes da sua época. Se observarmos atentamente os tipos escolhidos, veremos que nos identificamos com cada um deles em pelo menos algum momento da nossa vida. Eventualmente nos parecemos com Pedro. Noutro momento, nos parecemos com João, ou com Mateus, ou com André. Contudo, creio que poucos gostariam de ser comparar com o apóstolo Tomé, conhecido pelo episódio de ter desconfiado dos seus amigos e do fato de Jesus ter ressuscitado.

Sempre que ouço falar em Tomé, o aspecto que sempre é enfatizado é o fato dele ser o apóstolo que duvidava. Invariavelmente é isso que se ouve quando ele é o tema de alguma pregação. Suas dúvidas, sua descrença seus questionamentos são colocados de tal forma que percebemos exatamente isso, uma pessoa sem muita fé naquilo que ouvia. Nesse mesmo episódio, nos é dito que Tomé não estava reunido com os discípulos e sabe lá o que é que ele estava fazendo. Não vou ficar especulando sobre isso. Mas o fato é que quando nos afastamos daqueles que amam e servem a Jesus Cristo, somos tomados por dúvidas e desesperança. Fomos enxertados na videira para fazermos parte de outros ramos. Pense nisso!

Algum tempo depois da visita do Senhor Jesus, chega Tomé e os discípulos contam a ele o que tinha acontecido. E Tomé toma uma atitude, que ao meu ver, foi de uma coragem muito grande. Tomé ousa duvidar das palavras de Jesus. O discípulo que andava com Jesus e ouvia Seus ensinamentos diariamente ousa questionar as palavras de Jesus. E ainda mais, ele tem a coragem (ou a insensatez) de duvidar da Sua ressurreição. O evento mais extraordinário para os cristãos, a vitória sobre a morte, é colocada à prova por um discípulo que mal é apresentado nos evangelhos.

Caro leitor, não sei se você já questionou a existência de Deus, depois de tê-lO conhecido. Não sei se você já colocou Deus à prova. Foi isso que Tomé fez com Jesus. Imagine, passar três anos intensos, ouvindo as palavras das mais diversas, ser convencido de que essas palavras eram a verdade – afinal de contas Tomé ficou três anos com Ele e não arredou o pé, sinal de que acreditava em Jesus – e, no momento mais crucial da vida, você se posiciona diante de Deus e Lhe diz: “Só acredito se o Senhor provar”, ou “Se Deus existe, que Ele me prove a Sua existência”. Não sei quanto a você, mas eu temeria muito dizer isso a Deus. E não foi só isso. Tomé, além de duvidar da ressurreição de Jesus, ficou oito dias sem a resposta. Novamente não vou especular sobre o que Tomé pensou ou sentiu nesse tempo. A partir de agora vou refletir sobre o que eu sentiria se estivesse no lugar dele.

Uma semana... uma semana sem receber resposta para a indagação. Como você se sentiria se pedisse a um amigo íntimo uma ajuda e a resposta demorasse uma semana? Nem precisamos ir longe. Abrimos nossas caixas de email todos os dias para sabermos se fomos respondidos. E quando ainda não recebemos as respostas ficamos agoniados. Você faz uma solicitação e não há resposta. Que decepção, que desilusão isso causa.

Novamente lhe peço: coloque-se no lugar de Tomé. Ao questionar a veracidade das palavras de Jesus, Tomé assume uma posição de conflito e de falta de identificação com os outros discípulos. Faça isso e diga na sua igreja que não acredita na existência de Deus até que Ele te prove isso. Ouse questionar a existência de Deus para o seu pastor e veja a reação dele. Em alguns casos é capaz de uma pessoa, que ouse fazer isso, entrar em disciplina. Posicione-se na frente do espelho da sua alma e pergunte-se: “Acredito realmente na existência de Deus?” Esse é o tipo de pergunta que nem ousamos fazer, com medo de pecarmos contra Deus.

Realmente, ao que tudo indica a atitude de Tomé foi tratada por Jesus como um pecado, o pecado da incredulidade. Ora, mas Tomé era homem, sujeito a pecar. E nós? Passamos por momentos na vida que pensamos que Deus está distante de nós, que Ele não está no controle da nossa vida. Quantos momentos, em profundo desespero de alma, não sentimos a mão de Deus a nos guiar e proteger. Há momentos na vida que somos como Pedro andando sobre o mar. Perdemos o foco e a direção de Jesus e começamos olhar em volta e percebemos os ventos e as ondas, logo começamos a afundar.

Se tivesse questionado a veracidade de Jesus ficaria me sentindo muito vulnerável. Se acredito que Ele existe e é o Todo-poderoso, tenho onde me apoiar e segurar, posso me lançar em Seus abraços de amor e ser sustentado pelo seu poder. Mas se O questiono, onde vou me apoiar? No meu semelhante que é cheio de falhas, assim como eu? Vou me apoiar no trabalho? Vou apoiar na minha família, que muitas vezes já me deixou na mão? Não há base onde se apoiar depois de questionar a existência de Deus. Mas Tomé questionou e, possivelmente, não pensou nas conseqüências do seu questionamento.

Será que acredito realmente na existência de Deus? Será que O amo de verdade e confio totalmente nEle? Será que Sua Palavra é, de fato, “lâmpada para os meus pés”, ou prefiro me guiar segundo julgo estar certo? Acredito realmente nas orações que fiz até hoje, muitas delas sem resposta ainda? Será que realmente vejo no pastor da minha igreja local, a pessoa escolhida por Deus para me guiar às “águas tranqüilas”? De fato, acredito em tudo aquilo que digo ser a verdade, a Palavra de Deus?

Olha, se você nunca fez essas perguntas, parabéns; você já está pronto para ir pro céu. Na verdade não sei o que ainda está fazendo aqui. Entretanto, se essas perguntas aparecem na sua cabeça, não se preocupe com elas; você faz parte do grupo dos cristãos normais. Gente que foi alcançada por Jesus, mas ainda habita um corpo cheio de imperfeições, falhas e pecados. O próprio Jesus mostrou a Tomé que é difícil crer nEle sem tê-lO visto. E os que fizeram dessa forma são bem-aventurados.

No caso de Tomé a resposta veio em uma semana. Muitos de nós nos posicionamos como se Deus tivesse que nos provar todos os dias a Sua existência. Ao contrário do que muitos cristãos pensam, julgo que estamos sujeitos a esses questionamentos na nossa vida. E digo mais, nas dificuldades que temos, naquelas que nos roubam o sono, ou naquelas que consideramos as menores, nos colocamos da mesma forma de Tomé. O fato é que não temos a mesma coragem dele.

Lutamos diariamente contra nossa natureza de pecado, queremos parecer fortes e colocamos nas nossas vidas frases bem decoradas e de efeito moral. Coisas do tipo: “Sei que Deus está por trás disso”, “Isso faz parte do tratamento de Deus comigo”, “Deus está me preparando para algo melhor”. Ou ainda somos mais espirituais e dizemos: “Todas as coisas cooperam para o meu bem, então sei que Deus tem algo melhor lá na frente”. Vá lá. Fique no seu quarto repetindo essas frases 300 vezes e quando sair da zona de conforto do seu mundinho vai perceber que de nada adiantou falar essas frases, se de fato elas não são vida para você.



Esse é Richard Baxter. Um dos maiores puritanos que a história cristã já conheceu. Ele é autor do livro O Pastor Aprovado. Um livro espetacular para quem almeja o episcopado, como o apóstolo Paulo escreveu. Eu almejo essa obra e agora chegou a hora de colocar em prática os 20 anos de estudo teológico que tenho desenvolvido desde o Eleição, de Charles H. Spurgeon.

Coloquei esse meu desejo para os líderes da minha igreja e, para minha surpresa, eles gostaram da idéia, se emocionaram e me emocionaram também. Carol, suas palavras são um alento para mim e me enchem ainda mais de ânimo, temor e responsabilidade. Ivo, muito obrigado pela confiança e pelo apoio. A oração de vocês me é muito importante.

Mas devo agradecer a três pessoas importantes nesse meu desejo do pastorado. Sem dúvida nenhuma ao meu pai, Pr Geraldo J. Muhlpointner. Estou pra conhecer um homem mais simples que ele. Só via a Bíblia diante dele. Era o único livro que lia. Incrível como briguei com ele para ler outros livros. Se recusava para não encontrar coisas que a Bíblia não dizia. É lógico que seu ministério pastoral está em mim. A segunda pessoa é o Pr Décio Leme Jr. Foi o homem que Deus colocou na minha vida para revolucioná-la. Nunca vou me esquecer dos estudos sobre Eleição e Atributos de Deus. Cada sexta-feira, ininterruptas, por dois anos, me faz lembrar de Paulo e Gamaliel. Dé, nunca vou conseguir retribuir aquelas madrugadas. E por fim, o Rev. Bill Barlkey, homem que não gosta do título de reverendo (eu também não gosto muito), mas o uso para demonstrar meu profundo apreço por esse homem. Sai da sua casa, no frio do Reino Unido e vem para a Amazônia trabalhar com índios e publicar literatura reformada para brasileiros. Só por Deus mesmo. Nossas longas tardes juntos me lembram Paulo e Timóteo.

Se Deus quiser, poderei chamar-lhes de “colegas de ministério”!!!

No feriado prolongado de 1 de maio, nossa intenção, minha e da Cyntia, era de viajar pra descansar a cabeça. Mas não encontramos nenhum roteiro que nos chamasse a atenção. Então resolvemos não sair. No dia seguinte recebi uma ligação do Mackenzie para realizar um trabalho de avaliação do material didático deles. Ficou lisonjeado com o convite e muito grato a Deus por isso. Amo o Mackenzie desde o dia que coloquei os pés lá para fazer minha matrícula em janeiro de 1996. Minha vida mudou depois desse dia.


Queira Deus que nosso trabalho lá renda frutos no futuro. Foi muito legal reencontrar a Debora, que não via há muito tempo. Conhecer gente nova, envolvida no crescimento do Reino através da educação sadia e responsável. Quem sabe a gente se encontra num futuro próximo.

Há três semanas tenho passado e pensado muitas coisas. Depois que preguei na Comuna sobre o fruto do Espírito, parece que Ele está procurando em mim esses frutos. Situações que me tem exigido o domínio próprio, a mansidão, o amor, a paciência estão fervilhando na minha vida esses dias.

No campo profissional, na igreja e na família os desafios só têm aumentado. E quando eu penso que já passei dessa fase, mais desafios e provas aparecem no meu caminho. Não sei quando isso vai parar, mas sei para onde isso vai me conduzir. Só espero em Deus que o caminho não seja longo demais. Penoso sei que vai ser, porém confio que Ele estará comigo.

Até mais, Marcos.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Saudade de Deus

Hoje eu acordei com saudade de Deus.
Logo cedo, imediatamente depois de acordar, tentei entender esse sentimento. Então percebi que não sabia muito bem o que realmente significava a palavra saudade. A primeira atitude foi olhar no dicionário para saber se ele me ajudaria. Dito e certo! Parte da minha angústia estava resolvida: agora sei o que significa sentir saudade. Os eruditos que compilaram o dicionário que tenho escreveram que saudade é um “sentimento mais ou menos melancólico de incompletude, ligado pela memória a situações de privação da presença de alguém ou de algo, de afastamento de um lugar ou de uma coisa, ou à ausência de certas experiências e determinados prazeres já vividos e considerados pela pessoa em causa como um bem desejável”. Agora tinha que resolver outra questão: não quero conviver com essa melancolia.
Imediatamente depois de ler essa definição comecei a puxar da memória algumas “situações de privação da presença de alguém...”. DAquele alguém de quem estou sentindo saudades. Também pensei no “afastamento de um lugar...”. Daquele lugar em que Ele está e eu devo estar junto. Senti saudade “...de certas experiências e determinados prazeres já vividos e considerados pela pessoa em causa como um bem desejável”. Experiências e prazeres que só a presença dEle pode proporcionar. E, à medida que esses pensamentos foram se apoderando da minha alma, fui levado a concluir, de modo incontestável, que sou parecido com aquele animal descrito pelo salmista: “Como a corça anseia por águas correntes, a minha alma anseia por ti, ó Deus.” (Salmo 42:1 – NVI).
O salmista estava familiarizado com esse animal e devia conhecê-lo muito bem. Provavelmente tinha ouvido seus gritos de ansiedade por água. Quem sabe algumas vezes o próprio salmista ajudou algum animal desse a encontrar água. E também, muito provavelmente, o salmista seguiu esse animal em busca de água. O fato é que o salmista estava se sentindo como a corça (ou cervo). A intensidade do sofrimento do salmista, a percepção da saudade de Deus era tão grande que o salmista teve que buscar na natureza algo para se expressar. O desejo do salmista era tão visceral, tão urgente, tão imediato que só a cena de um animal agonizando de sede servia para externar sua ânsia.
Será que nos sentimos assim com freqüência? Será que nossos sentimentos por Deus podem ser expressos da mesma forma? Temos consciência que precisamos de Deus diariamente, assim como precisamos da água para nos manter vivos? Temos nos alimentado de Deus diariamente? Ainda temos força para expressar nossa necessidade de Deus? Do que temos nos alimentado?
O salmista, nesse momento de saudade de Deus, afirma que tem se alimentado das suas próprias lágrimas (v. 3). Ora, uma pessoa que perambula pelo deserto em busca de água, jamais poderá se saciar com algumas lágrimas! Se a necessidade dele foi comparada a “águas correntes”, como ele se manteria vivo com suas próprias lágrimas? E o pior de tudo, as lágrimas são salgadas e isso aumentaria ainda mais a sede!!!
A comparação é perfeita. Um animal imponente, forte e garboso está sucumbindo e gritando, pedindo correntes de água para matar a sua sede. O cervo, acostumado a viver em regiões onde a água pode faltar, está num local que ele esperava encontrar água, mas ela não está lá. O salmista olha para si, percebe sua fragilidade, sabe que necessita de água em abundância. Depois de passar dias se alimentando de suas próprias lágrimas e ainda sentindo sede, vê suas esperanças morrerem. Ambos, homem e cervo, no último estertor de vida, clamam por água, por muita água, correntes de água, água em abundância.
Queridos, não nos basta um copo da presença de Deus diariamente. Não conseguiremos viver longe da Sua presença. Não nos restará vida em nós mesmos se formos negligentes na busca da comunhão com Ele. Se estivermos longe da Sua fonte, nossa alma morrerá à míngua, sedenta, árida. Ele não está longe, pelo contrário, está perto e nos incentiva a buscá-lO enquanto é possível achá-lO (Isaías 55:6). Nossa necessidade não é pequena. Nossos pecados nos afastam de Deus e por causa deles carecemos da Sua glória (Romanos 3:23). Ou buscamos a Deus todos os dias, com toda diligência, com amor e intenso desejo, ou morremos sem Ele eternamente.

domingo, 6 de abril de 2008


Acabei de vê-los e pensei que isso fosse demorar bem mais tempo!!! Foi muito bom ter estado com vocês de novo.


Moisés, Judah Ben Hur...
Impossível não lembrar desses nomes. Dois grandes filmes, épicos, singulares e majestosos. Tudo por causa, principalmente, de Charlton Heston, que já não está mais entre nós.

Obrigado Charlton...

R.I.P.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Não confio mais

Mesmo tendo pastor, não confio mais nos pastores televisivos. A televisão transforma pessoas comuns em ídolos. E os ídolos existem para serem adorados pelas pessoas. A televisão causa uma mutação na percepção da realidade dos pastores, que começam humildes e sozinhos seus programas, e pouco tempo depois, pedem para os telespectadores bancarem seus programas. A história tem mostrado que, mais dia menos dias, os pastores televisivos caem em contradições: adultérios, sonegações fiscais, associações com gente suspeita, enriquecimento desconfiável, entre tantas outras falcatruas.

Mesmo sendo músico e integrando o grupo de louvor da minha comunidade, não confio mais nos ministros de louvor. Os púlpitos parecem mais palcos para apresentação dos artistas evangélicos. Eles querem brilhar mais que a própria Estrela da manhã. Alguns transformam a igreja em academia: “vira pro lado e fala...”; “levanta a mão e declara...”; “pula na presença de Deus...”; “agora grita...”. O Brasil evangélico de hoje tem centenas de cantores, instrumentistas e grupos... um querendo vender mais que o outro. Tem “louvor” para todos os gostos: louvor profético, louvor apostólico, louvor extravagante, louvor para evangelismo, louvor para guerra espiritual, louvor para restituição, louvor para determinação, louvor para atrair a presença de Deus, louvor para espantar a presença do diabo, louvor para meditação. Estou sentindo falta do louvor para louvar somente a Deus.

Mesmo crendo que Jesus não muda e ainda realiza milagres, não confio mais nos milagres que acontecem. Os evangelhos mostram um cotidiano comum de um judeu chamado Jesus e seus 12 amigos. De vez em quando, em caráter excepcional, aparece um ato extraordinário. Mas hoje, se um culto acabar sem ninguém curado, esse é o fato extraordinário. Na igreja evangélica brasileira milagre virou algo comum. Não confio mais nas pessoas que ficam propagando os milagres recebidos. Várias vezes Jesus disse para os curados não falarem nada pra ninguém. Desde que inventaram o placebo, descobri que o cérebro é capaz de coisas extraordinárias!

Mesmo tendo uma confissão de fé reformada e evangélica, não confio mais quando alguém me diz que é evangélico. Tem evangélico que não vai na igreja, tem evangélico que não toma mais a ceia, tem evangélico que não ora mais nas horas de acordar, comer e dormir. Tem evangélico que passa no farol vermelho, tem evangélico que entra na contramão, tem evangélico que estaciona em local proibido e tem evangélico que compra CD e DVD piratas. Tem evangélico que pirateia CD e DVD pra ganhar uma graninha, tem evangélico que dispõe na internet músicas dos tais artistas cristãos que querem vender muitos CDs. Tem evangélico que dá cheque sem fundo, tem evangélico que vende e não entrega e tem evangélico que sonega imposto.

Mesmo crendo na Bíblia e seus profetas, não confio mais nos profetas modernos. Eles falam que num culto com um monte de velhinhos e velhinhas, tem gente sofrendo de dor nas costas, nos olhos, nos ossos e com dificuldade de respirar. Eles dizem nos encontros de jovens que Deus está mostrando vários casais se formando ali. Os profetas modernos, no rádio e na televisão, dizem que tem gente que vai receber uma quantia inesperada de dinheiro para saldar as dívidas. Os profetas modernos dizem que Deus sempre vai dar 100 vezes mais, independente de quanto o necessitado contribua para o “ministério” do tal profeta. Não confio mais nos profetas, pois a maioria deles começa dizendo que “grande é esse mistério”. Ora, se é mistério e tem um profeta diante de mim, por que ele não revela o tal mistério. Isso me faz lembrar uma personagem do Jorge Amado!

Mesmo sendo uma pessoa cheia de fé, não confio mais em nada!!! A partir de agora vou confiar mais na Palavra de Deus. E ela me diz “Maldito o homem que confia no homem”.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Quem não conhece ou nunca viu a "figura" na Dave Matthews Band, que toca bateria mascando chiclete? Pois é! Comunidade feita para os fãs deste grande baterista que toca desde os 3 anos de idade, em seu estilo próprio, baseado em jazz e canhoto, Carter Beauford! Quem não o conhece e gosta de bateria, não sabe o que está perdendo!
Nasceu em 2 de novembro de 1957. Aos 3 anos de idade, seu pai (músico de jazz) o levou a um show do Buddy Rich já que não podia pagar uma babá para cuidar de Carter. Ao ver Buddy Rich, Carter ficou abismado com sua levada e assim despertou sua vontade de tocar bateria tentando imitar os movimentos de Buddy
===============CARTER================
► Yamaha Drums Recording Custom(hand crafted)
► DW 9500TB Hi-hat stand
► Zildjian cymbals
► REMO Drumheads
► LP Percussion
► DW 9002 double bass drum pedal/DW hardcore bass drum beaters
► Pro Mark drum sticks 5AB wood tip Carter Beauford Autograph Series
► Eletronics (Hart Dynamics)

A votação

Nesse momento, o STF está discutindo se os embriões congelados são seres humanos ou não. Engraçado que isso sempre me pareceu ser assunto da Biologia e não do Direito. Em todo caso, o dia de hoje parece que vai ficar na história. Isso porque define-se hoje também o que deverá ser feito com os milhares de embriões congelados - por volta de 30 mil aqui no Brasil.

Por enquanto não tenho muito o que falar além do que já disse (clique aqui). Vamos esperar o término desse processo.

Até mais, Marcos.

Três afirmações de que Deus e evolução não podem estar juntos

                 Foi com vontade de conhecer como o mundo físico funciona e como Deus criou todas as coisas, especialmente os animais, é que...